Acidente no viaduto dos barranqueiros em Petrolina quase termina em tragédia
Na tarde desta segunda feira uma moça pilotando uma motocicleta foi fechada por um veiculo, a mesma perdeu o controle e saiu em direção ao contorno já na descida em direção ao terminal rodoviário. Como tudo aconteceu bem próximo ao Quartel do Corpo de Bombeiro, de imediato a jovem foi socorrida e levada ao hospital. Felizmente a jovem que não teve a identidade revelada não sofreu nada de consequencias grave, o motorista que fechou a moça não parou para prestar socorro e fugiu em direção ignorada, não houve quem anotasse a placa do veiculo.

Sou Laisna, a moça em questão, esse triste episódio aconteceu na segunda as 09:30 da manhã, e agora dando uma olhada na esperança de achar alguma coisa pois desde esse dia não durmo direito pensando nesse triste acontecimento que quase me tirou a vida, venho por meio deste expor aqui minha indignação a esse caso, ficaria muito feliz se um dia encontrasse esse ser desumano que me ocasionou isso, e que ele pudesse pagar perante a lei oque me fez, estou ferida, minha moto ficou destruída, para alguns pode soar como uma pessoa ingrata ou sei lá, alguém que ao invés de agradecer pela vida estar é se lamentando, mas não. Sou grata a Deus por estar viva, nasci de novo, já agradeci por esse livramento, por passar o meu próximo aniversário que será dia seis com vida, mas me resta uma profunda indignação, fica na minha mente a interrogação, até quando isso vai acontecer? Até quando esses imprudentes vão fazer vítimas no trânsito, esse ser infeliz poderia ter me tirado o direito de viver por causa de pressa ou sei lá o que, eu simplesmente sou uma motociclista correta, ando conforme a lei manda, será que é justo eu e outras vítimas pagarem pela falta de humanidade desse tipo de gente? Venho eu da minha cidade Juazeiro-BA na segunda pela manhã, ao fim da Ponte ele vem “louco” “atrás de mim” querendo passagem, buzinando loucamente na esperança de ultrapassar minha moto, como considero aquele viaduto bastante perigoso só dei passagem a ele quando já estava próximo a descida, talvez por vingança, ou sei lá o que, porque pra mim quem perdeu o controle do carro foi ele, meio que jogou a caminhonete do seu veiculo para minha direção assim o feito bateu no retrovisor da minha moto e veio aquele impacto que me ocasionou tudo que estou passando agora, ele muito “certo” que estava. Simplesmente me deixou lá no chão como um lixo, sei lá, eu vi tudo, não fechei meus olhos um segundo e lembrarei eternamente daquele carro saindo como se nada tivesse acontecido, lembro da cor da carroceria do carro que era branca com Verde, soube por pessoas que estavam presentes disse que a cabine é de cor cinza, e que eles possivelmente são de alguma Fazenda no interior de Petrolina, e que talvez viessem do mercado do produtor aqui de Juazeiro, soube que eles sempre passam daquela forma naquele trecho. Enfim estou prestando esse meu depoimento aqui para expor minha profunda indignação para com isso, sei que não pode dar em nada, mas gostaria que as pessoas ficassem mais atentas a esse tipo de situações, vítimas tentar “enquadrar” esses agressores, buscando a lei, tentando não deixar impune isso, sim, (são agressores porque eu estou ferida fisicamente e mentalmente, isso não deixa de ser uma agressão, não sei como ficará meu psicológico depois disso), e a lei também começar a trabalhar mais “pesado” em cima disso, sei lá, de alguma forma, isso precisa parar, quantas vítimas vai existir ainda? Isso me leva a questionar, desde segunda, penso nas pessoas, não queria presenciar mais histórias do tipo, de verdade, acredito que juntos conseguiríamos mudar isso. Aproveitando a oportunidade deixo aqui meus sinceros agradecimentos aos bombeiros que me prestaram socorro, como a reportagem diz a cima, a chegada deles foi imediata, fui tratada muito bem, me deram total assistência, ao hospital traumas, também tive ótimo atendimento lá, as pessoas que me ajudaram, me acalmaram no momento naquela triste situação,comunicaram a minha família, isso mostra que ainda existe pessoas de bom coração nesse mundo, agradeço profundamente. Estou feliz por estar viva, Deus me deu uma nova chance, espero que um dia esse tipo de imprudência diminua, espero de verdade e principalmente espero que algumas pessoas tentem manter ainda oespírito de humanidade dentro de vossos corações, somos todos iguais, a dor que você sente eu sinto, portanto vamos pensar mais no próximo. LAISNA BRAZ, 21 anos.
É uma pena que não houve quem conseguisseanotar a placa desse indivíduo.