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Didi Galvão

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Marina critica gestão de Dilma, mas se posiciona contra impeachment

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Marina Silva 14-08-2014

A ex-senadora Marina Silva, candidata derrotada na campanha presidencial de 2014, usou, neste sábado (14), o seu perfil em uma rede social para publicar artigo onde faz várias críticas à gestão da presidente Dilma Rousseff, mas se coloca contra o impeachment. Marina afirma que a “mudança na equipe econômica parece ser insuficiente para dar ao governo a credibilidade necessária à condução da economia”.

A ex-senadora entende que o agravamento de todos os sintomas da crise já é visível, mas defende ao longo de um extenso artigo denominado “Silêncio se faz para ouvir” que o respeito à democracia ensina a se dar um prazo inicial a todo governo eleito para que se diga a que veio.

“Sinto que isso vale também quando o escolhido – ou guiado pelas estrelas – recebe da sociedade a cômoda tarefa de suceder a si mesmo”, disse a ex-senadora em referência às manifestações contra a presidente Dilma Rousseff, que estão sendo programadas para este domingo.

“Muita gente vai para as ruas protestar. Há uma campanha pedindo o impeachment da presidente que foi eleita há poucos meses. Compreendo a indignação e a revolta, mas não acredito que essa seja a solução. Talvez o resultado não seja o pretendido retorno à ordem, mas um aprofundamento do caos”, escreveu a ex-senadora mesmo reconhecendo que a “insatisfação da população vai da desesperança ao desespero.

“A mudança na equipe econômica parece ser insuficiente para dar ao governo a credibilidade necessária à condução da economia. A imagem da situação social é a dos tanques na rua, na Favela da Maré. A enchente gigantesca no Norte e a seca rigorosa no Sudeste denunciam a irresponsabilidade com a agenda ambiental e a falta de planejamento na produção de energia e no saneamento”, afirmou Marina.

Comissão da UPE Petrolina discute realização de concurso com Paulo Câmara

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Divulgação PSB Paulo Camara reuniao UPE

O governador Paulo Câmara reuniu-se neste sábado (14) com um grupo de alunos e professores da Universidade de Pernambuco (UPE), em Petrolina. A pauta do encontro foi a realização de um concurso público para suprir um déficit de 52 docentes da unidade de ensino sertaneja que vem causando falta de aulas em dez cursos.

Paulo Câmara informou que vai pactuar um conjunto de ações para garantir as aulas no campus. “Vamos fazer um programa de trabalho que envolva as condições emergenciais já neste primeiro semestre, além das questões de médio e longo prazo, que seriam o concurso para professores e outros aspectos estruturais que precisam ser debatidos.”

O encontro teve a participação do deputado estadual Miguel Coelho, que havia alertado, na última quinta-feira (12), sobre a situação do campus petrolinense. “O governador Paulo Câmara mostrou muita sensibilidade sobre o assunto e estamos confiantes de que a situação de alunos e professores está bem perto de uma solução”, explicou o parlamentar.

Também estiveram presentes o senador Fernando Bezerra Coelho, os deputados federais Fernando Filho e Gonzaga Patriota, além do deputado estadual Lucas Ramos.

#SalaSocial: Nas redes, política é assunto 4 vezes mais popular que BBB15

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Foi-se o tempo em que só se falava de Big Brother nas redes sociais. Uma pesquisa que analisou mais de 2 milhões de citações online mostra que, nas últimas duas semanas, falou-se quatro vezes mais de temas políticos do que do reality da Globo – que, apesar de estar perdendo relevância, está em sua 15º temporada e ainda é um dos mais populares da emissora.

O levantamento foi feito pelo sistema de pesquisa e inteligência em redes sociais Airstrip, a pedido da BBC Brasil.

Ele mostra também que o termo impeachment – que tem dividido manifestantes online e nas ruas -, ainda é menos popular nas redes que o termo BBB15. A palavra teve um terço do número de menções feitas ao programa.

Segundo um dos diretores da Airstrip, Rafael Arrigoni, o peso do BBB ainda é grande nas redes sociais, mas o ativismo político, além de sempre ter força no mundo online, vem ganhando mais espaço desde os protestos de 2013.

O momento atual, diz ele, é comparável à mobilização que ocorreu na eleição do ano passado, a mais disputada da história.

“A discussão política ocorre cada vez mais nas redes sociais. É semelhante à mesa do bar, onde sempre surge esse tipo de discussão, mas com um poder de amplificação muito maior. A penetração das redes democratiza o espaço para conversas.”

Dilma

Foram monitoradas todas as menções aos termos BBB (incluindo Big Brother), Dilma, impeachment, protestos e Lava Jato entre o dia 26 de fevereiro e 12 de março. Juntos, eles foram citados mais de 2 milhões de vezes no Facebook, Twitter e Instagram.

Mais da metade das referências foi à presidente Dilma Rousseff. As menções à petista começaram a se intensificar nas sexta-feira, dia 6, com a revelação da lista dos políticos que seriam investigados por suspeita de corrupção no âmbito da operação Lava Jato.

Elas atingiram seu auge na segunda-feira, dia 9, um dia após o panelaço que ocorreu durante pronunciamento de Dilma pelo Dia da Mulher.

Não é possível dizer se os posts que mencionam a presidente são majoritariamente de apoio ou contrários. A análise mostra que quem mencionou Dilma nas redes sociais associou seu nome, na maior parte dos dias, à Petrobras.

Na esteira do panelaço, houve uma guerra de hashtags: além de “pronunciamento”, os posts que citavam a presidente falavam também em #vaiadilma e #dilmadamulher – usadas, respectivamente, contra e a favor da presidente.

Impeachment

Os posts sobre impeachment vieram sempre acompanhados da palavra Dilma. Também neste caso, é difícil concluir se são manifestações pela saída da presidente ou pela sua permanência. É possível ver a associação do termo com “pro-impeachment”, “pedir”, “improvável” e “contra”, além da hashtag #foradilma e #globogolpista.

E uma análise de temas discutidos mostra que, proporcionalmente, fala-se mais de impeachment quando o tema é alta do dólar do que, por exemplo, crise na Petrobras.

Arrigoni, da Airstrip, lembra que a palavra impeachment pode aparecer com menos frequência porque muitas vezes é grafada de forma equivocada, tanto por ser um estrangeirismo quanto por ironia.

Quem falou em protestos, na semana passada, falou também em caminhoneiros. Nos últimos dias, a palavra começou a ser mais associada com Dilma e impeachment – o último dia da análise foi na véspera de um protesto de defesa de Dilma e três dias antes de atos que pregam sua saída.

Já as menções à Lava Jato, no dia que atingiram seu pico, se referiram também ao senador Antonio Anastasia, único nome do PSDB entre os investigados. Rodrigo Janot, procurador-geral da República, também foi citado nos dias seguintes, assim como Dilma.

#Hashtags

Já a guerra de hashtags indica que os anti-Dilma estão vencendo a batalha online. As três mais citadas são contrárias a Dilma e, entre as dez mais populares no período, apenas três eram de apoio explícito à presidente.

Há 4 dias que não tem água nas torneiras da cidade de Terra Nova

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Um morador da cidade de Terra Nova, Região do Sertão Central, enviou para o Blog via WhatsApp um pedido de socorro as autoridades do Município e do Estado de Pernambuco. Segundo o nosso internauta já faz 4 dias que os moradores da cidade, não tem água nas torneiras de suas residências. Para o internauta o que a Compesa vem fazendo com os terranovenses é um ato de violência, ainda de acordo com sua opinião é preciso que se tome providencias urgente.

Uso de ‘gatilho’ do Enem no novo Fies atinge mais pobres

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Uso de ‘gatilho’ do Enem no novo Fies atinge mais pobres

A exigência de nota mínima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para quem quiser obter o Financiamento Estudantil (Fies), que valerá a partir do dia (30), vai afetar justamente o principal público do programa: os mais pobres. Os dados mais recentes da prova disponíveis, de 2012, revelam que 93% dos alunos que não atingem o novo limite de 450 pontos na média são de famílias com renda de até 5 salários mínimos.

Esse é o perfil de renda que responde, por exemplo, por 86% dos contratos ativos do Fies. Estudos já mostraram que a renda familiar é um dos fatores que mais influenciam no desempenho escolar. Os dados foram tabulados com base nos microdados do Enem pela Meritt Informação Educacional. Metade dos 5,7 milhões de pessoas que fizeram o Enem não alcançou em 2012 o mínimo estipulado.

Conforme uma série de reportagens sobre o Fies neste ano, os gastos do governo federal com o programa passaram de R$ 1,1 bilhão, em 2010, para R$ 13,7 bilhões em 2014. Mas o ritmo de crescimento do número de alunos nas universidades privadas acabou caindo para 2,5% ao ano – metade do que foi registrado no início do governo Lula.

O Ministério da Educação (MEC) tem restringido novos contratos e, nas renovações, colocou limite de reajuste de 6,4%. Mas a principal decisão anunciada oficialmente até agora foi a criação da pontuação mínima no Enem para quem quiser aderir ao Fies. Passará a valer a partir do dia 30, embora o sistema de concessão fique aberto até 30 de abril.

Agora, as chances de alguém de família com renda de até 1 (um) salário mínimo mensal não conseguir o financiamento chegam a ser 20 vezes maiores do que alguém no outro extremo das faixas de renda, cuja família ganha mais de 20 salários por mês. “O MEC conseguiu travar a demanda pelo Fies, mas o impacto não tem a mesma força sobre todos. Atinge os mais pobres”, afirma Alexandre Oliveira, da Meritt.

Quanto menor a renda, maior a proporção de participantes que não atingiram a nota mínima. Entre os 2,7 milhões de candidatos com renda familiar de até 1,5 salário mínimo que fizeram o Enem em 2012, por exemplo, 63% não atingiram o critério. Na outra ponta, o porcentual é de 17% entre os candidatos com mais de 10 salários.

O MEC defende a exigência como maneira de estimular os alunos a buscar melhor pontuação no Enem e aumentar a qualidade do ensino superior. A pasta ressalta que mais de 550 mil candidatos com renda familiar de até 1 salário mínimo – ou 2,6 milhões, se o limite de renda analisado for de 5 salários – atenderiam à nova regra de pontos.

Opinião do Internauta

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Quadro de aviso com rosonete

Vai ver, Cabrobó Beleza tem energia demais, estão tirando pra dar aos outros, deve ter alguma coisa que faça essa ligação, tira a energia daí é manda pra outro lugar, assim como a bomba que leva a água daí pra Salgueiro, e o povo de Cabrobó ganha o que com isso? Algum desconto, quando vai ter que resolver algum problema em Salgueiro? Por que, aí tem órgãos públicos, mais não resolve nada, fico indignada com isso.

Rizonete Inacia da Silva

Danilo Cabral já está no Senai para iniciar o Todos por Pernambuco

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Danilo Cabral Senai Petrolina

Já encontra-se no Senai, Petrolina, o secretário de Planejamento e Gestão, Danilo Cabral, coordenador do Todos por Pernambuco – Programa do Governo que está percorrendo todas as Regiões de Desenvolvimento do Estado (RDs) para ouvir a população e definir as ações prioritárias a serem realizadas nós próximos três anos.

Ontem (13), o Programa esteve em Araripina e reuniu 1177 pessoas. O governador Paulo Câmara chega daqui a pouco para iniciar os trabalhos.

Jorge Côrte Real prestigia a 18ª edição da Fennopan

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Entusiasmado com o crescimento do setor em todo o Estado, o deputado e presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), Jorge Côrte Real, prestigiou a 18ª edição da Fennopan 2015, ontem (13). Ao circular em uma área de 7 mil metros quadrados, Côrte Real mostrou-se satisfeito com a evolução e modernização do segmento, um dos mais importantes para a economia pernambucana.

Durante a sua passagem, o presidente da Associação dos Industriais de Panificação de Pernambuco, José Cosme da Silva, e o presidente do Sindicato dos Panificadores de Pernambuco, Paulo Pereira, apresentaram as novidades do setor ao deputado Jorge Côrte Real. Na oportunidade, o parlamentar também conversou com micros e pequenos expositores e aproveitou para visitar a unidade móvel de panificação do Senai, exposta na feira.

“O segmento de panificação é importante para economia de Pernambuco. Ele ocorre em todos os rincões do Estado e é composto por médias, pequenas e micros empresas que empregam maciçamente mão de obra. Por isso, a Fennopan é uma oportunidade de se gerar negócios e para o sistema indústria mostrar o que faz. A feira hoje é internacional, tendo empresas da Europa expondo aqui. Isso faz com que tenhamos um salto de qualidade e tecnologia. Por tudo isso, estão de parabéns todos que contribuíram com a Fennopan 2015”, afirmou Jorge Côrte Real.

Neste ano, a feira tem a expectativa de gerar mais de R$ 20 milhões em negócios. A Fennopan aguarda mais de 10 mil pessoas circulem pelo evento, que encerra neste sábado (14). Ao todo, são 200 estandes instalados no Centro de Convenções, com empresas de todo o Brasil e também do exterior.

Cabrobó da transposição: 6 apagões em menos de 15 dias

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O que vem acontecendo em Cabrobó parece uma piada, no entanto, é coisa seria e que deveria ser encarada com mais atenção pelas autoridades do Município. Apagão por conseqüência de chuva, queda de arvores, barreiras, ou algo dessa natureza, tudo bem, até que se pode compreender. Mais apagões constantes como vem acontecendo em Cabrobó é preocupante, de certa forma inaceitável. 6 em menos de 15 dias, 5 na mesma semana, 3 no mesmo dia, prejuízos açulados e conseqüências irreparáveis. Ta na hora das autoridades de Cabrobó, Prefeito e Vereadores, buscarem respostas para essa questão, solução para esse problema. A população não tem obrigação de pagar o preço pela ausência de atitudes política dos nossos representantes.

O primeiro apagão aconteceu no dia 28 do mês passado, com o apagão veio a chuva forte com trovões e relâmpagos, mesmo assim, não justifica tamanha falta de respeito para com a população. Nesse dia, tambem foram grandes os prejuízos, muitos aparelhos eletro-eletrônicos queimados. Na minha casa queimou o aparelho do telefone e o modem equipamento da internet velox. O segundo aconteceu no dia 10, forçando os comerciantes a fecharem as portas mais cedo, o terceiro foi logo no dia seguinte. Agora veio o quarto, quinto e o sexto, 2 horas e 24 minutos sem energia. Quem vai pagar a conta?

Será que o único saldo que a transposição vai deixar para Cabrobó são os apagões? Não é possível que os nossos governantes só tenham preocupações com coisas que digam respeito a eles próprios, a população de Cabrobó clama por ações que garantam o futuro de nossas crianças. Que possibilite oportunidades para os pais de famílias, os únicos que tem responsabilidades diante dessas situações são os senhores representantes do povo. Os apagões são responsabilidades dos senhores, ou, os senhores tomam providencias para acabar com os apagões, ou os apagões poderá comprometer mais ainda o futuro de Cabrobó. Os senhores estejam lembrados e atentos, as obras da transposição estão quase no fim.

Supremo abre inquérito para investigar senador Fernando Bezerra

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O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu hoje (13) inquérito para investigar o senador Fernando Bezerra (PSB-PE), citado nas investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. O ministro também autorizou as diligências requeridas pela Procuradoria-Geral da República (PGR), como novos depoimentos do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa para detalhar o suposto pagamento de R$ 20 milhões, a juntada da relação de doadores de campanha do PSB ao governo de Pernambuco, em 2010, e o depoimento do senador.

Em depoimento de delação premiada, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, disse que Bezerra, então secretário de Desenvolvimento de Pernambuco e diretor do Porto de Suape, em 2010, pediu R$ 20 milhões para a campanha do ex-governador Eduardo Campos, morto no ano passado durante as eleições presidenciais. Segundo Costa, os valores teriam sido pagos pelo doleiro Alberto Youssef. O ex-diretor disse que ficou sabendo do fato por meio de Youssef.

Ao completar um ano, Lava Jato provoca terremoto na política

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A fase pública de investigações da Operação Lava Jato completará um ano na próxima terça 17. O que começou como a apuração de um esquema de lavagem de dinheiro para o narcotráfico e evasão de divisas revelou-se, com o tempo, o maior escândalo de corrupção do País. Tendo a Petrobras como centro da sangria de recursos públicos, a Polícia Federal afirma que o esquema teria beneficiado dezenas de políticos com ou sem mandato. Não é à toa que um dos momentos mais esperados da Lava Jato foi a divulgação da lista de políticos que serão investigados. Elaborada pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, e autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, a relação inclui 47 nomes de seis partidos.

Os inquéritos baseiam-se nas delações premiadas de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, e do doleiro Alberto Yousseff, entre outros. Os depoimentos afirmam que recursos da estatal foram desviados, principalmente, para três partidos da base da presidente Dilma Rousseff: o PT, ao qual é filiada, o PMDB e o PP. Na época em que Costa estava na petroleira, 3% do valor dos contratos era repassado para os partidos, sendo 2% para o PT e o restante dividido entre os outros dois. A lista de Janot traz, ainda, políticos de outras três legendas: PTB, PSDB e Solidariedade.

Durante a semana o Município de Cabrobó esteve no comando do vice Prefeito Romero Gomes

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Romero Gomes vice prefeito

Mais uma vez o Vice Prefeito de Cabrobó Romero Gomes (PR), assumiu o comando administrativo da cidade. Durante esta semana o Prefeito esteve viajando e como manda a Constituição, o Vice assume interinamente até que o titular volte. Para alguns populares a rápida mudança significa muito, o Prefeito não tem o costume de fazer atendimento ao público, ao contrario seu Vice Prefeito Romero Gomes (PR), escancara as portas da Prefeitura e atende quem o procura.

Por essa razão tem muita gente da Zona Rural e da Periferia que já fica torcendo quando o Vice Prefeito Romero Gomes assume, alguns problemas são levados ao conhecimento do Chefe do Executivo, mesmo que ele esteja a frente da pasta interinamente. Ainda não se sabe pra onde o Prefeito viajou, nem qual o motivo da viagem.

Humberto defende “liberdade de expressão”

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Senador Humberto Costa 04-03-2015

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, defendeu hoje (13), a liberdade de expressão e disse ver “com naturalidade” os atos políticos que aconteceram hoje e que devem ocorrer no domingo pró e contra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). “Num sistema político democrático como o nosso, que tem um governo amplamente respeitador da Constituição brasileira e dos direitos individuais, é uma coisa absolutamente normal que tanto apoiadores quanto adversários possam se manifestar”, disse o senador.

Para Humberto, os protestos são “parte da democracia”. “Lutamos muito pela democracia para que todos possam se manifestar. Então, temos mesmo que defender que cada um possa expor suas ideias. O importante é que aconteça num clima pacífico, sem agressões, dentro do respeito às instituições e às autoridades públicas”, completou Humberto Costa.

O petista voltou a defender o pacote de ajustes econômicos proposto pelo Governo Federal. “A presidenta fez um esforço muito grande para impedir recessão, uma inflação ainda maior e para garantir os empregos em tempos de crise mundial. Tudo isso foi bancado pelo poder público.  Agora, precisamos promover alguns ajustes e atrair os investidores, e com isso garantir o crescimento. Precisamos seguir explicando o pacote e deixar claro por que essas medidas são importantes e não afetam a maioria dos brasileiros”, afirmou.

Bolsonaro entra com pedido para impeachment de Dilma

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Bolsonaro

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) apresentou ontem (12) um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, argumentando que ela é omissa no combate à corrupção, em meio a protestos que questionam medidas tomadas pelo governo e outras manifestações programadas para domingo contra a sua gestão.

“Mais que despreparo, mostra-se evidente a omissão da denunciada ao deixar de adotar medidas preventivas e repressivas para combater o câncer da corrupção do seu governo, mantendo, perto de si e em funções de alta relevância da administração federal, pessoas com fortes indícios de comprometimento ético e desvios de conduta”, diz um trecho do pedido.

A iniciativa do deputado acontece a dois dias de protestos convocados contra o governo e que devem também apoiar movimentos pró-impeachment de Dilma.

Nos últimos dias, aliados e integrantes do governo têm atacado as manifestações pró-impeachment e dito que elas representam um terceiro turno eleitoral.

Na quinta-feira, o ministro das Relações Institucionais, Pepe Vargas, disse que os protestos que pedem a saída da presidente “cheiram a golpe”.

Nesta sexta-feira, o vice-presidente da República, Michel Temer, disse, ao ser questionado sobre as manifestações pró-impeachment, que esse ato é “inviável”.

“A história do impeachment eu nem falo, porque é uma coisa ao meu modo de ver absolutamente inviável, impensável. Isto é uma quebra da institucionalidade que não é útil para o país”, afirmou Temer, após participar de um evento em Belo Horizonte (MG).

Ato pelo Dia Nacional de Luta reúne centenas de pessoas na Avenida Paulista

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Centenas de manifestantes se reúnem nesta sexta-feira (13) na frente da sede da Petrobras e também no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) para participar do Dia Nacional de Luta em Defesa dos Direitos da Classe Trabalhadora, da Petrobras, da Democracia e da Reforma Política. O ato teve início às 14h com uma assembleia de professores estaduais no vão livre do Masp e mais tarde na frente da Petrobras. Por volta das 16h, manifestantes de ambos os atos vão se reunir para caminhar até a Praça da República, no centro da capital paulista.

Os organizadores esperam reunir cerca de 30 mil manifestantes, enquanto a PM estima a participação de três mil pessoas.

Em entrevista em frente à sede da estatal, o presidente da Confederação dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Onofre Gonçalves disse que o ato de hoje é contra o pedido de impeachment da presidenta da República Dilma Rousseff, embora não seja um ato contrário ao protesto marcado para domingo (15) no país.

“Nosso ato não é contra outro ato. Nosso ato é em defesa da soberania nacional e da Petrobras. Quem quiser falar contra isso, faça o ato no domingo”, falou ele. “Se tem alguém querendo um terceiro turno, isso não está escrito na Constituição. A eleição brasileira é em dois turnos. Se alguém está esperando o terceiro deve esperar as próximas eleições”, acrescentou.

Segundo Gonçalvez, além da defesa da Petrobrsa, o ato reivindica uma reforma política no país, com o fim de financiamento privado de campanhas e a preservação de direitos trabalhistas: “É um ato dos trabalhadores e trabalhadoras em que nós reivindicamos, primeiro, que as Medidas Provisórias [que alteram benefícios trabalhistas] sejam revistas porque mexem em direitos e não queremos que se mexa em nenhum direito dos trabalhadores. Segundo, estamos também defendendo a Petrobras, que é uma das estatais do povo brasileiro, gerando milhões de empregos e não pode ser privatizada e fragilizada a ponto de servir aos interesses internacionais”.