Próximo do final do primeiro mandato da Presidenta Dilma Rousseff, o partido dos trabalhadores quer assumir de vez o controle da economia do país. O PT aprovou nesta segunda-feira (03) uma resolução na comissão executiva reivindicando maior participação nos rumos da política econômica durante o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.
O PT quer participar mais ativamente das decisões acerca das primeiras medidas do segundo mandato, em particular sugerir quais medidas deve ser colocado no debate sobre a política econômica, também sobre a reforma política, bem como, em defesa da democracia nos meios de comunicação, é o que diz um trecho da resolução aprovada hoje.
Dilma amarga uma das piores médias de crescimento do país, abaixo dos 2 por cento ao ano, e a inflação tem girado há meses acima dos 6 por cento e no período de 12 meses está acima do teto da meta de 4,5 por cento, com banda de tolerância de dois pontos percentuais, atingindo em setembro 6,75 por cento.
Tudo isso soma na desaprovação do partido a política econômica do Ministro da Fazenda Gruido Mantega, consequentemente em sua saída da pasta que vem comandando desde o primeiro mandato do ex Presidente Lula. Por conseguinte, o PT espera que o substituto de Mantega seja alguém da com identificação com as bases do próprio partido dos trabalhadores.
Mesmo sem citar nomes na reunião desta segunda feira, bem como, sem desaprovar nenhum dos que até então vem sendo ventilado pela mídia, os petistas mais sintonizados com as origens do partido, não escondem o desejo de vê a economia do país sendo comandada por uma de suas maiores autoridades em si tratando do assunto, o atual Ministro da Casa Civil, Aloísio Mercadante.



















