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Didi Galvão

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As propostas de Dilma para um segundo mandato

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Para conquistar um segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff (PT) terá o desafio de convencer de que sua reeleição significará, de fato, o início de um novo ciclo de mudanças para o país. A estratégia da candidata e de seus aliados tem sido destacar conquistas obtidas ao longo de 12 anos de governos petistas, sem deixar de reconhecer – principalmente depois da onda de protestos em 2013 – a necessidade de avanços.

– Fizemos muito, mas precisamos fazer muito mais, porque as necessidades do povo ainda são grandes. O povo quer mais e melhor, e nós também – disse Dilma, em junho, durante a convenção do PT que lançou sua candidatura e apontou para o tom que a campanha ganharia.

Fiador político de sua sucessora, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também tenta persuadir os eleitores a dar uma segunda chance a Dilma. No primeiro programa eleitoral do PT, Lula afirmou que o seu segundo mandato foi melhor do que o primeiro e que, com Dilma, também seria assim.

Na propaganda, o ex-presidente questionou: “Já imaginou o prejuízo que o país teria sofrido se eu não tivesse um segundo mandato? Se outro qualquer tivesse chegado querendo inventar a roda e parado quase tudo?”.

Em debates, entrevistas e no plano de governo, Dilma tem defendido que, para superar problemas estruturais que impedem o desenvolvimento pleno do país, é preciso tirar do papel reformas como a política, a urbana e a de serviços públicos. Confira o que tem dito a candidata à reeleição e quais são suas principais propostas para áreas como saúde, educação e economia.

Propostas:

João Campos: “Legado de Eduardo Campos permanecerá com a vitória de Paulo Câmara e Marina”

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Segundo filho de Eduardo Campos e o mais velho dos homens, João Campos, de 20 anos, se dividiu com os irmãos Maria Eduarda, de 22, e Pedro, de 18, na campanha de rua dos candidatos da Frente Popular de Pernambuco na reta final da campanha. João foi o que mais rodou pelo Estado e é apontado como o filho que tem mais forte o DNA político. Seu nome foi cogitado como candidato a deputado federal neste ano, mas ele declinou, aconselhado pela mãe, Renata Campos, a priorizar os estudos neste momento. João cursa o terceiro ano de Engenharia Civil, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e tenta harmonizar estudo e campanha: nos finais de semana viajou para o agreste e sertão – mais distantes – e nos dias de semana atuou à noite em municípios da região metropolitana e zona da mata.

Vai seguir os passos do pai e do avô, ingressando na política?

Na minha família, eu meus irmãos, minha mãe, nós vimos nosso pai dedicar a vida dele a duas coisas: à família e à política, ao povo. Nós sempre participamos, acompanhando nosso pai em todos os atos, eventos políticos de governo e sempre gostamos muito. Mas nunca tínhamos participado da linha de frente. Sempre estávamos presentes nos palanques, escutando e conversando dentro de casa. É natural neste momento que não só eu, mas meu irmão e minha irmã participemos com muito prazer, não por obrigação nem pensando em ter um viés político lá na frente.

Como recebe a crítica de que a campanha de Paulo Câmara, candidato ao governo de Pernambuco pelo PSB, tem usado à exaustão a figura de Eduardo Campos?

É um desejo nosso, da minha família e sempre que a Frente Popular de Pernambuco e companheiros precisarem, vamos ajudar. É algo muito natural. Se meu pai estivesse vivo estaria trabalhando mais de 24 horas por dia, com ao povo, lutando para conquistar a Presidência, o governo de Pernambuco. A gente está apenas fazendo o que meu pai faria e o que ele gostaria que a gente fizesse.

Sente o peso da responsabilidade como representante do legado do seu pai?

Não, porque a responsabilidade não é só minha. Em Pernambuco temos a Frente Popular, formada por 21 partidos, grandes figuras, grandes quadros, esse legado não é só meu e da minha família. É um legado que cabe ao povo de Pernambuco e ao povo brasileiro. Eu poderia ser candidato nesta eleição porque tenho idade, poderia me organizar, andar pelo Estado, mas fiz opção de terminar minha universidade. É o que estou fazendo hoje, estou tendo aula. Daqui a dois anos estarei formado em Engenharia Civil. Minha prioridade hoje é minha formação acadêmica. Antes de querer ter qualquer pretensão política, tenho que ter uma formação, começar a traçar meu caminho para lá na frente pensar o que quero fazer para minha vida pública ou política. Minha prioridade hoje é o estudo.

Esperava contar com o assédio do eleitorado?

É uma coisa nova. Sempre acompanhei meu pai, tive oportunidade de rodar o Estado todo com ele e vários Estados do Brasil. Sempre me mantinha muito discreto, preferia ficar atrás do palanque, atrás dele, não andar junto para escutar os comentários ao redor, entender como era aquela situação vista por fora, como uma pessoa comum. Participei das campanhas em Pernambuco e fazia o serviço de qualquer militante, como colar adesivo, colar faixa e fazer panfletagem porta a porta. Depois da tragédia, na rua, em shopping, nas atividades políticas, aonde eu e meus irmãos vamos, somos reconhecidos e há um carinho muito grande. Vejo isso com muita alegria. Não é um reconhecimento a mim. Devo tudo isso ao meu pai.

Além da eleição de Paulo Câmara, o que você mais deseja?

Meu pai se foi, mas Marina vai subir a rampa com a bandeira do Nordeste e o legado de Eduardo Campos. Eles se juntaram para unir o Brasil.

Aécio e Marina têm de se aliar, diz FHC

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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou  que o cenário eleitoral no momento está “muito instável” e com “possibilidade real” de o candidato tucano Aécio Neves ir para o 2.º turno. E, segundo ele, havendo 2.º turno Aécio e a candidata do PSB, Marina Silva, têm que estar juntos para derrotar a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT). Em entrevista ao Estado, FHC comentou o enfraquecimento de Marina na disputa: quando ela entrou, parecia um tufão avançando. Agora, virou uma “ventania com cara de vento”.

Como o senhor avalia hoje o cenário eleitoral?

Muito instável. Estamos vendo uma flutuação de opinião que leva a crer na possibilidade real de Aécio ir para o segundo turno. Isso em consequência de uma campanha desleal que foi feita pelo PT em cima da Marina que, de alguma maneira, a afetou. E o Aécio teve a virtude de se manter com muita energia, nos piores momentos. Quando começou (a onda Marina) eu disse: precisa avaliar se isso é vento, ventania ou tufão. Se for um tufão, acabou. Se for ventania, pode ser que vire vento.

Às vésperas da eleição, Marina é vento, ventania ou tufão? 

Neste momento, é ventania com cara de vento. Temos de ser prudentes com esse movimento de opinião pública, porque ele muda muito rapidamente. Eu não quero dizer que está escrito que Marina vai virar vento. Pode ser que não. Mas está parecendo que vai.

Marina e Aécio vão se juntar em um 2.º turno? 

Se houver 2.º turno, e acho que vai haver, necessariamente os que estão na oposição terão de apoiar uns aos outros. E quem mais necessitaria seria Marina, para mostrar que tem capacidade de, juntado-se a outros, governar. O Aécio não precisa mostrar isso, o partido dele já governou.

Mas o PSDB precisa dos votos.

Acho que os eleitorados dos dois lados se juntarão independentemente das decisões da cúpula. Mas, para poder dar mais firmeza e mostrar que governa, aí precisa de decisão da cúpula também. O PSDB, como partido, tem de dizer de que lado está. Estamos elegendo governadores, uma bancada, essa gente toda vai ter de se pronunciar. E o PSDB é um partido que sempre assumiu sua responsabilidade.

Quando Aécio começou a cair nas pesquisas e Marina subir, a campanha do PSDB passou a associá-la ao PT. O sr. concorda?

Eu não sou favorável a insistir que a Marina é PT porque ela não é mais. Dizer isso é dar crédito ao PT. Essa ideia não partiu de mim. Eu valorizo mais o fato de ela ter deixado de ser do que ter sido. Mas a desconstrução da Marina foi muito mais a questão de banco, (de dizerem) que ela vai servir aos ricos e não aos pobres, que é a tecla do PT. O que é uma infâmia gritante. Por que a Marina, o que é? É pobre, negra, vem da floresta e sempre foi uma lutadora, só mesmo com muita propaganda para estigmatizá-la como agente do capital financeiro. Não cabe.

Há chance de o PSDB não ir ao 2.º turno, após mais de 20 anos. O que significaria para o partido?

Nos tira dessa condição de polarização do debate político de ideias neste momento e, eventualmente, pode ser mais difícil a reeleição dos nossos governadores que forem para o 2.º turno. A eleição atual está mostrando uma independência curiosa do eleitorado que vota diferentemente para deputado, para governador e presidente. O que mostra que o sistema político partidário eleitoral fracassou, está falido. Se quisermos ter maior consistência no sistema político, medidas terão de ser tomadas.

Mas esse não seria um momento de avaliar internamente o papel do PSDB em termos de representatividade, de bandeiras? 

Sem dúvida. Mas estamos falando do PSDB e dos demais partidos. Houve uma perda de confiabilidade no sistema partidário que afeta a todos. O PT não é mais a mesma coisa. Tenho propagado que sejam mudadas algumas regras no sistema eleitoral, como voto distrital e etc. Mas mesmo sem isso, só com o financiamento eleitoral do jeito que é hoje, por exemplo, a eleição em si já fica corrompida.

Por quê? 

Veja a lista de quem dá dinheiro: empreiteiras, bancos e algumas grandes empresas. Para quem? Para todos. Cabe isso? Ao dar para todos, está claro o que está querendo. Teve uma empresa que deu R$ 90 milhões, algo assim. Cabe em algum lugar do mundo uma empresa dar R$ 90 milhões? Alguma coisa está por trás disso. Também é preciso votar uma lei de barreira. Ninguém aguenta mais falsos partidos, que se organizam só para ter um pedaço do Orçamento. Tem que ter um limite para se ter acesso ao Fundo Partidário.

Onde Marina Silva errou na campanha eleitoral

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TSE proíbe propaganda de Marina no site da Rede Sustentabilidade

Desde o dia 13 de agosto, quando o avião que levava Eduardo Campos (PSB) caiu em Santos, a trajetória de Marina Silva na campanha eleitoral assumiu a trajetória de uma montanha russa – que sobe e cai bruscamente.

De 21% das intenções de voto nos dias seguintes à morte do então parceiro de chapa, a candidata pulou para 34% das intenções de voto no primeiro turno durante a última semana de agosto, segundo o Datafolha.

Acuada com a ameaça do efeito Marina, Dilma Rousseff (PT) começou a revidar com uma série de ataques contra a ex-senadora. Resultado: desde então, a candidata ao Planalto do PSB só tem visto seu desempenho sucumbir nas pesquisas de intenção de voto.

Ontem, às véspera do primeiro turno das eleições, aconteceu aquilo que os marineiros mais temiam: Aécio Neves (PSDB), isolado no terceiro lugar até pouco tempo, ultrapassou Marina Silva, segundo Ibope e Datafolha.

Veja alguns dos possíveis erros que a candidata pode ter cometido ou obstáculos que teve que enfrentar ao longo da campanha que levaram ao quadro atual.

Ela demorou para revidar
Na última propaganda do horário eleitoral, veiculado na quinta-feira, Marina subiu o tom nas críticas contra Dilma Rousseff. No entanto, para especialistas, a reação chegou tarde. “

Ela poderia ter antecipado a sua contrapropaganda”, afirma Roberto Gondo, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e presidente da Politicom. “A Marina não é uma pessoa de ataque, mas chega uma hora que você tem que se posicionar”.

O programa de governo expôs fragilidades
Em vez de fortalecer, apresentar um programa de governo apenas serviu de brecha para ataques dos adversários de Marina. Primeiro com a revisão dos trechos que versavam sobre casamento igualitário. Depois, com as propostas para o pré-sal e Banco Central, por exemplo.

No caso do pré-sal, “ela se posiciona contra uma matriz energética só com combustível fóssil. É muito bonito no discurso, mas os recursos do petróleo são encarados como antídoto para combate à pobreza”, afirma Gondo. E isso foi abertamente explorado pela campanha petista.

Faltou didática
Paulo Baía, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), acredita que faltou didática à candidata nos esclarecimentos do plano de governo e até sobre sua posição como religiosa, por exemplo.

“Ela deveria demostrar claramente sua capacidade de ser presidente, de viabilizar o plano de governo em discursos mais efetivos. Ela tem intenções, propostas institucionais e algumas até intangíveis, que são frágeis”, afirmou Emmanuel Publio Dias, professor de marketing político da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) em entrevista a EXAME.com.

A relação com o PSB atrapalhou 
As fragilidades internas e a cultura partidária do PSB também podem ter atrapalhado a candidata, segundo especialistas. “A grande fragilidade dela é a falta de estrutura partidária”, diz Gondo. “O PSB não é o partido de origem de Marina, não é o espaço em que ela tem influência”.

Além disso, faltou tempo para a candidata – e não estamos falando apenas de tempo na televisão, que também era pífio. Enquanto as outras campanhas estão se mobilizando há meses, a de Marina teve cerca de 50 dias para se organizar.

Logo após a morte de Eduardo Campos, Roberto Romano, professor de Filosofia Política da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), afirmou a EXAME.com que o tempo poderia ser um obstáculo para a candidata.

“Trocar a roda com a caminhonete andando é muito difícil. O tempo é um elemento essencial da política: você gasta tempo para ganhá-lo. O PSB não tem tempo para gastar. Ele foi tolhido pela tragédia”, disse.

Eleições 2014: Começa daqui a pouco votação em todo o Brasil

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Deus de nossa nação

Dentro de alguns minutos vai começar o processo de votação das eleições de 2014, mais 140 milhões de brasileiros vão as urnas para escolherem,  os deputados estaduais  distrital, deputados federais e senadores, governadores dos estados e o Distrito Federal, ainda o presidente da república.

O Blog vai está acompanhando de perto tudo que acontece em Cabrobó e Orocó, também o andar da votação nas demais cidades de Pernambuco e do Brasil, todas as informações de Blogs e outros meios de comunicações que julgarmos ser de interesse dos nossos internautas, será postada imediatamente para que você fique sempre bem informado. Logo após a votação estaremos atentos nas apurações e, manteremos você bem informado sobre a apuração em Pernambuco e em todo o Brasil.

Boa votação para todos, que Deus continue abençoando o Brasil.

Domingo 05 de outubro de 2014: Já é dia de votação em Cabrobó sertão de Pernambuco

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cabrobó eleições 2014

Já é domingo 5 de outubro em Cabrobó, cidade do Vale do São Francisco pernambucano, estamos a menos de 8 horas para o inicio da votação, madrugada fria e tranqüila, tudo leva a crer que será uma eleição sem nenhum tipo de problema. As disputas ficarão por conta dos candidatos que são apoiados pelas duas principais forças políticas, de um lado o atual prefeito Auricélio Torres (PSB) e do outro lado, o ex prefeito Eudes Caldas (PTB).

Mais de 23 mil cabroboenses estarão votando daqui a pouco para deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da república. Os candidatos mais cotados para receberem votos dos eleitores de Cabrobó são: Lucas Ramos, Julio Cavalcanti e Rodrigo Novaes, para deputado estadual, João Fernando Coutinho, Sebastião Oliveira e Adalberto Cavalcanti, para deputado federal, João Paulo e Fernando Bezerra Coelho, para senador, Paulo Câmara e Armando Monteiro, para governador, Marina Silva e Dilma Rousseff, para presidenta da república.

Paulo Câmara dispara e chega a 61%

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Foto Aluísio Moreira_15 (1)

O pernambucano já deu o recado: quer avançar nas conquistas acumuladas nos últimos anos, elegendo Paulo Câmara (PSB) governador. Pesquisa divulgada há pouco pelo Instituto Datafolha apontou uma disparada do socialista, que chegou a 61% dos votos válidos. O candidato da Frente Popular abriu uma diferença de 24 pontos percentuais para o segundo colocado. O resultado do levantamento confirmou o que as ruas de todo o Estado já demonstravam. A cada ato comandado por Paulo, mais pessoas se juntam à Caravana 40 e acenam para uma bonita vitória amanhã (5).

Ao longo deste sábado (4), o socialista percorreu, em uma minicarreata, bairros da Zona Sul do Recife e de Jaboatão dos Guararapes. Muitos populares fizeram questão de parar o comboio para abraçar Paulo Câmara, que estava acompanhado do prefeito Geraldo Julio (PSB) e de seu companheiro de chapa Fernando Bezerra Coelho (PSB/Senado). “Ele já é o nosso governador. Vamos com Paulo amanhã”, revelou a moradora do Ibura e técnica de segurança do trabalho, Silvana Maria da Silva.

BEZERRA – A nova rodada da pesquisa Datafolha também registrou a liderança do ex-ministro Fernando Bezerra Coelho na corrida pelo Senado. O socialista atingiu 52% e abriu uma diferença de sete pontos percentuais para o segundo colocado, o deputado federal João Paulo (PT).

Assessoria de Imprensa do PSB

Recife abraça socialista na véspera da eleição

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O povo do Recife deu, na manhã deste sábado (4) que antecede a eleição, mais uma demonstração de que está fechado com Paulo Câmara (PSB). Acompanhado pelo prefeito Geraldo Julio (PSB) e pelo seu companheiro de chapa Fernando Bezerra Coelho (PSB), o candidato da Frente Popular ao Governo do Estado foi recebido com muito carinho pela população da Zona Norte da capital pernambucana durante giro que realizou em minicarreata por 14 bairros da região. O périplo do postulante, iniciado com visita no Mercado da Encruzilhada, foi marcado por declarações de apoio e confiança.

Em muitos momentos ao longo do percurso, Paulo fez questão de descer do carro para abraçar e beijar populares que o saudavam como o comandante do novo Pernambuco. “Meu Deus, eu falei com o meu governador. Abracei o meu governador”, comemorou, emocionada, a aposentada Lenira Cavalcante. “Esse carinho, que a gente está vendo nas ruas mostra que teremos uma bonita vitória”, destacou Paulo. “Estou muito animado e preparado para retribuir cada gesto com muito trabalho pelo povo de Pernambuco. Vou me dedicar muito”, garantiu.

Durante visita do socialista ao Mercado da Madalena, Paulo foi muito festejado pelos populares. Praticamente todos que estavam na praça de alimentação fizeram questão de ficar em pé para aplaudir o postulante. O professor Gilberto Alcoforado revelou que sempre votou em candidatos da Frente Popular e deu um caloroso abraço em Paulo. “Vou votar em Paulo. Votei em Miguel Arraes, em Eduardo Campos. Eles transformaram o Estado”, ressaltou, indo às lágrimas. “Pernambuco vai sentir muita falta de Eduardo. Mas tenho certeza de que Paulo vai dar conta do recado”, completou.

O ex-ministro Fernando Bezerra Coelho ressaltou que o carinho do povo reflete a confiança no avanço das transformações vivenciadas pelo Estado nos últimos anos. “A receptividade por todos os bairros em que passamos foi excelente. As pessoas identificam Paulo como o candidato capaz de dar continuidade às obras de Eduardo Campos”, disse Fernando.  Ele defendeu o voto fechado na Frente Popular para que Paulo tenha representante no Senado e maioria na Câmara e na Assembleia Legislativa. “Quero ser senador para ajudar Paulo a realizar as grandes obras que Pernambuco precisa e para trazer mais investimentos para nossa terra, gerando mais empregos e renda”, apontou.

MARINA – O apoio à candidatura da ex-senadora Marina Silva (PSB) à Presidência da República também foi destacado pelos recifenses. Gritos de “estamos com você e Marina” foram repetidos em vários pontos do trajeto. “Estou muito confiante em uma vitória da nossa candidata em Pernambuco e na sua chegada com força no segundo turno. Marina vencerá as eleições para honrar os compromissos assumidos por Eduardo Campos”, frisou Paulo.

Aluísio Moreira.- Assessoria de Imprensa do PSB

“Estou empolgado e preparadíssimo”, afirma Paulo Câmara

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A dois dias da eleição, o candidato da Frente Popular ao Governo Estadual, Paulo Câmara (PSB), fez uma visita ao Centro do Recife, onde conversou com populares, passeou pelo Mercado de São José e prestigiou a tradicional Bênção de São Félix, na Basílica da Penha. Durante a manhã desta sexta-feira (3), o socialista fez um balanço positivo da campanha.

“Fizemos um programa de Governo junto com a população e vamos tirá-lo do papel. Sinto-me empolgado e animado para cumprir esta missão.  Nesta jornada, encontrei pessoas que confiam em mim,  na minha história, minhas propostas. Estou preparadíssimo”, avaliou Paulo Câmara, convocando os eleitores a, daqui até domingo (5), ir às ruas, pedindo votos e vestindo amarelo, para construir uma grande vitória.

Durante a visita ao Mercado de São José, Paulo recebeu o carinho de comerciantes e  clientes, que corriam para abraçá-lo e a seu companheiro de chapa, Fernando Bezerra Coelho (PSB/Senado). Aproveitando sua passagem pelo local, os postulantes seguiram para a Basílica da Penha, para participar da Bênção de São Félix, tradicional festa religiosa da Capital Pernambucana.

Assessoria Frente Popular

Marina Silva: ‘Eu vou pescar a baleia com anzol’

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Horas antes da divulgação do Datafolha e do Ibope que atestaram a continuidade do movimento de desintegração do seu índice de intenção de votos, Marina Silva reuniu representantes dos partidos de sua coligação.

O pronunciamento foi adornado com um guizo retórico que eletrificou a plateia. Um dos presentes identificou no comentário final de sua candidata um quê de messianismo. Para certificar-se, ao chegar em casa, o correligionário de Marina colocou para rodar o áudio do discurso, que ele gravara no celular. Eis a frase que lhe soara mal:

“Meus amigos, vamos à luta, vamos à vitória, vamos mostrar que hoje, aqui, tem que se ver relâmpago de caracol, os nevoeiros pararem, dar eclipse no Sol, as águas do mar secarem e eu pescar a baleia com anzol.” Seguiu-se um coro de inspiração petista: “Marina, guerreira da pátria brasileira…”

Como não acredita que o mar possa secar até domingo, dia das eleições, o aliado de Marina receia que, se não ajustar sua estratégia, a candidata “corre o risco de ser a melhor presidente que o país jamais terá.”

Blog do Josias Leite

Os eleitores brasileiros deverão promover amanhã através do voto a maior mudança já vista em termos de representatividade em uma eleição no país

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Eleições 2014 Blog RFB

As últimas pesquisas de intenção de voto realizadas com eleitores em todo o País mostram um grande “desejo de renovação” na política. Tanto no Executivo quanto no Legislativo, políticos devem ter dificuldades para engatarem um segundo mandato.

Dos 18 governadores que tentam a reeleição este ano, apenas sete lideram as pesquisas. Isso é o que mostram os últimos levantamentos realizados nas 27 unidades da Federação.

Entre os que têm situação mais confortável estão Geraldo Alckmin (PSDB-SP), Tião Viana (PT-AC), Beto Richa (PSDB-PR), Raimundo Colombo (PSD-SC), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Jackson Barreto (PMDB-SE).

No Rio Grande do Sul, o candidato à reeleição, Tarso Genro aparece à frente de com Ana Amélia (PP), mas a decisão deve ficar para o segundo turno.

Pernambuco é o único Estado em que o candidato mais bem colocado é apoiado pelo atual governador. No Rio de Janeiro, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) lidera a intenção de voto, mas seguido de perto por Anthony Garotinho (PR) e Marcelo Crivella (PRB). Nos demais Estados, candidatos de oposição ou que não são apoiados pelo atual governo estão à frente na corrida eleitoral.

Caso atípico é o do Distrito Federal, onde José Roberto Arruda (PR), que liderava as pesquisas, desistiu da candidatura. Agora Rodrigo Rollemberg (PSB) aparece à frente na preferência dos eleitores, seguido pelo substituto de Arruda, Jofran Frejat (PR). O petista Agnelo Queiroz tenta a reeleição, mas aparece em terceiro e corre o risco de não ir ao segundo turno, fato que seria inédito no Distrito Federal.

Segundo maior colégio eleitoral do Brasil, Minas Gerais é motivo de queda de braço entre os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). Isso porque o candidato do PT, Fernando Pimentel, aparece como favorito dos eleitores de Minas Gerais, Estado que foi governado duas vezes por Aécio Neves e está sob o comando do PSDB desde 2002.

Na Bahia, as pesquisas também apontam o desejo de mudança dos eleitores. Se a eleição fosse hoje, o candidato do DEM, Paulo Souto, venceria a disputa pelo governo do Estado, que foi governado por oito anos pelo petista Jaques Wagner. Rui Câmara, escolhido por Wagner para ser seu sucessor, está atrás nas pesquisas.

Renovação no Congresso

Segundo dados do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) a Câmara dos Deputados e o Senado Federal devem passar pela renovação mais intensa em 16 anos. Baseado no menor número de candidatos que concorrem à reeleição desde 1998 e no desejo de mudança da população brasileira, o Diap estima que a renovação da Câmara em 2014 ultrapasse a média histórica e supere os 50% da composição da Casa.

O analista político e diretor de documentação do Diap, Antônio Augusto de Queiroz, acredita que dos 387 deputados que tentam a reeleição, apenas entre 60 e 70 devem conseguir um novo mandato.

— Nessas eleições apareceram partidos de médio porte como o Solidariedade, o PSD e PROS. Muitos parlamentares foram para esses partidos sem a garantia de que vão se reeleger. Essa nova base traz mais dificuldades para quem pretende um novo mandato, alinhado com o sentimento de renovação dos eleitores.

No Senado, a renovação deve ser ainda maior. O especialista analisa que dos 10 parlamentares que tentam mais oito anos no Senado, apenas 5 devem ser eleitos.

— A próxima legislatura deve trocar grande parte da chamada “elite parlamentar”. Nós fizemos um levantamento com os 100 nomes mais influentes do Congresso, e destes, 46 estarão fora na próxima legislatura.

Segundo o levantamento do DIAP, apesar de menores em relação às atuais bancadas, o PT e o PMDB continuarão, respectivamente, como primeira e segunda maiores bancadas. O PSDB continuará em terceiro lugar e o PSD e o PP disputam a quarta ou quinta posição. O PR e o PSB disputam a sexta posição, seguidos do DEM, do PTB, do Pros, do SD, do PDT e do PCdoB.

Fernando Bezerra Coelho será eleito senador da república diz pesquisa do Datafolha

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Eleições 2014 Senado Federal

Datafolha, votos válidos: Bezerra Coelho tem 52%, João Paulo 45% – Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (4) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos de Pernambuco na corrida para o Senado:

Fernando Bezerra Coelho (PSB) – 52% das intenções de voto

João Paulo (PT) – 45%

Simone Fontana (PSTU) – 1%

Albanise Pires (PSOL) – 1%

Oxis (PCB) – 0%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de São Paulo.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Veja os números do Datafolha:

Fernando Bezerra Coelho (PSB) – 36% das intenções de voto

João Paulo (PT) – 32%

Simone Fontana (PSTU) – 1%

Albanise Pires (PSOL) – 0%

Oxis (PCB) – 0%

Brancos e nulos – 13%

Indecisos – 17%

No levantamento anterior, divulgado em 2 de outubro, João Paulo tinha 37% e Bezerra Coelho, 30%. Já na pesquisa divulgada em 26 de setembro, João Paulo tinha 37% e Fernando Bezerra Coelho, 29%.

Realizada entre os dias 3 e 4 de outubro, a pesquisa contou com 1.735 entrevistas em 47 municípios.

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números PE-00044/2014 e BR-01037/2014.

Pesquisa Datafolha aponta vitoria de Paulo Câmara neste domingo

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Eleições 2014 Governo de Pernambuco dia 15

Datafolha, votos válidos: Câmara tem 61%, Armando, 37% – Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (4) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo de Pernambuco:

Paulo Câmara (PSB): 61%

Armando Monteiro (PTB): 37%

Zé Gomes (PSOL): 1%

Pantaleão (PCO): 1%

Miguel Anacleto (PCB): 0%

Jair Pedro (PSTU): 0%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Segundo o Datafolha, Paulo Câmara (PSB) venceria no primeiro turno.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de São Paulo.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Paulo Câmara (PSB): 52%

Armando Monteiro (PTB): 31%

Zé Gomes (PSOL): 1%

Pantaleão (PCO): 1%

Miguel Anacleto (PCB): 0%

Jair Pedro (PSTU): 0%

Brancos e nulos: 6%

Indecisos: 9%

No levantamento anterior, divulgado em 2 de outubro, Paulo Câmara tinha 46% e Armando, 36%. Na pesquisa divulgada em 26 de setembro, Paulo Câmara tinha 43% e Armando Monteiro aparecia com 34%. No levantamento anterior, divulgado em 10 de setembro, Paulo tinha 39% e Armando, 33%.

Segundo turno

O Datafolha fez simulação de segundo turno. Veja os resultados, considerando os votos totais:

Paulo Câmara (PSB): 54%

Armando Monteiro (PTB): 34%

O Datafolha fez a pesquisa entre os dias 3 e 4 de outubro. O instituto ouviu 1.735 eleitores. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número PE-00044/2014 e BR-01037/2014.

Pesquisa Datafolha indica que o segundo turno será entre Aécio e Dilma

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Eleições intenção de voto

A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, aparece em primeiro lugar, com 44% dos votos válidos, em pesquisa do Instituto Datafolha divulgada neste sábado (4), pelo site do jornal Folha de S.Paulo. O candidato Aécio Neves (PSDB) aparece com 26%, dois pontos porcentuais à frente de Marina Silva (PSB), que tem 24%. Aécio e Marina estão tecnicamente empatados, uma vez que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

Os candidatos Pastor Everaldo (PSC), Eduardo Jorge (PV) e Luciana Genro (PSOl) aparecem com 1% cada. José Maria de Almeida (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB) juntos somam 1%. Votos em branco e nulos somaram 4% e não sabem em quem votar, 5%.

Na pesquisa anterior do Datafolha, na quinta-feira, 2, Dilma aparecia com 45% dos votos válidos, Marina tinha 27% e Aécio, 24%. Para vencer a disputa no primeiro turno, um candidato precisa de 50% mais um dos votos válidos. A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo e pela Folha de S.Paulo.

SEGUNDO TURNO – A sondagem divulgada neste sábado aponta que, num eventual segundo turno, Dilma venceria tanto Aécio quanto Marina. Na disputa com Aécio Neves, Dilma teria 53% dos votos válidos e Aécio, 47%. Contra Marina, Dilma ficaria 55% dos votos válidos e a pessebista aparece também com 47%.

O Datafolha ouviu 18.116 eleitores em 468 cidades neste sábado, 4, e sexta-feira, 3. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95% – se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de 2 pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01037/2014.

Pesquisa Ibope deste sábado diz que o segundo turno será entre Dilma e Aécio

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Eleições intenção de voto

Pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo finalizada na tarde deste sábado (4) mostra pela primeira vez Aécio Neves (PSDB) numericamente à frente da candidata Marina Silva (PSB), numa vantagem dentro da margem de erro. De dois dias para cá, Aécio subiu de 19% a 24% das intenções de voto enquanto Marina caiu de 24% para 21%. Dilma Rousseff (PT) se manteve em 40%.

Pastor Everaldo Pereira (PSC), Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV) têm 1% cada e os outros candidatos não pontuaram. Brancos e nulos oscilaram de 8% para 7% e indecisos, de 7% para 5%.

Considerando apenas os votos válidos, ou seja, excluindo intenções de voto em branco ou nulo e eleitores indecisos, Dilma oscilou de 47% para 46%, Aécio subiu de 22% para 27% e Marina passou de 28% para 24%. No levantamento da semana passada, Dilma tinha 43% dos válidos, Marina, 33%, e Aécio, 21%. O candidato a presidente é eleito no primeiro turno se tiver 50% mais um dos votos válidos na apuração oficial.

A pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo entrevistou 3.010 eleitores entre 2 e 4 de outubro em todo o País. A margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, em um nível de confiança estimado de 95%. Ou seja, se fossem feitas 100 pesquisas idênticas a esta, 95 deveriam apresentar resultados dentro da margem de erro. A pesquisa foi registrada na Justiça eleitoral com o número BR-01021/2014.