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Didi Galvão

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Conselho Segurança ONU condena assassinato ‘atroz e covarde’ de britânico

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Nações Unidas, 14 set (EFE).- O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou neste domingo o assassinato ‘atroz e covarde’ do voluntário britânico David Haines pelo Estado Islâmico (EI) e garantiu que este tipo de ato não intimida à comunidade internacional, mas reforça a convicção para combater o grupo jihadista.

Em comunicado, os membros do Conselho afirmaram que o crime volta a ‘demonstrar a brutalidade’ do EI, ao que Organização considera também ‘responsável de milhares de abusos contra os povos sírio e iraquiano’. O principal órgão de decisão da ONU ressaltou que o EI ‘deve ser derrotado e a intolerância, a violência e o ódio que propagam devem ser erradicados’.

Nesse sentido, os membros do Conselho asseguraram que os ‘contínuos atos de barbárie realizados’ pelo grupo não amedrontarão, mas ‘reforçam a determinação sobre a necessidade de um esforço comum entre governos e instituições (…) para combater’ estes terroristas, como a Frente al Nusra e outros grupos vinculados a Al Qaeda. O grupo também exigiu a libertação imediata e incondicional de todos os reféns nas mãos dessas organizações e defendeu a necessidade de que os responsáveis sejam levados a Justiça.

O Conselho, que transferiu suas condolências à família de David Haines e ao governo do Reino Unido, destacou que essa morte ressalta os riscos que os trabalhadores humanitários correm nas zonas em conflito. Por isso, lembrou que todas as partes envolvidas devem garantir sua proteção e evitar qualquer tipo de violência e intimidação contra eles.

A declaração do Conselho de Segurança se soma à condenação unânime da comunidade internacional que reagiu ao vídeo com o assassinato de Haines, o terceiro refém de um país ocidental cujo assassinato é mostrado desta forma pelo EI no último mês.

Fonte: Agencia EFE

Quem se sente coitadinho não pode ser presidente, diz Dilma

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A presidente Dilma Rousseff chamou neste domingo, 14, a candidata à presidência da República, Marina Silva, de “coitadinha” ao ser questionada sobre os recentes embates que tem tido com a adversária. Para Dilma, Marina tem levado para o lado pessoal os questionamentos a seu programa de governo. “Quem se acha coitadinha não pode ser presidente da República”, afirmou, em entrevista há pouco no Palácio da Alvorada.

A presidente disse ter ficado indignada com as críticas de Marina à gestão do PT na Petrobrás e lembrou que a concorrente foi do PT durante 27 anos, dos quais boa parte pertenceu à bancada petista no Congresso e à equipe de ministros do ex-presidente Lula. “Ser presidente é aguentar críticas e pressão todos os dias. Tem que ter coluna vertebral”, disse. “Quem leva críticas para o lado pessoal não vai ser boa presidenta”, alfinetou.

Dilma deu as declarações após fazer um pronunciamento à imprensa sobre o Programa Ciência sem Fronteiras. A presidente Dilma tem adotado a prática de conceder entrevistas coletivas, no Alvorada, sempre que não tem agenda pública de campanha.

“Vamos promover o resgate da Mata Sul”, promete Armando, em visita a Joaquim Nabuco

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Em sua passagem pelo município de Joaquim Nabuco, na Mata Sul do Estado, o terceiro compromisso de campanha neste domingo (14), o candidato a governador Armando Monteiro (PTB), da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, garantiu que vai promover o resgate econômico da região e manter os programas sociais em benefício da população, como o Chapéu de Palha.

“Vou eleger como prioridade absoluta do meu governo o resgate dessa região. E vou manter os programas sociais. Me honro de estar com Dilma e com Lula, que fizeram o Bolsa Família, programa que sustenta a renda de muitos brasileiros”, colocou Armando, diante de uma plateia formada por mais de 2 mil pessoas que foram prestigiar o petebista.

Além da manutenção dos programas sociais, Armando reforçou que vai implantar na região um novo distrito industrial para gerar empregos de melhor qualidade para os filhos da Mata Sul. O local escolhido será o município de Palmares, devido à posição estratégica e também para facilitar o escoamento da produção.

“O que quero é ajudar a gerar empregos para os filhos dessa região”, disse Armando Monteiro, sendo bastante aplaudido pela população de Joaquim Nabuco.

Povo vai demitir Dilma e Mantega por mau controle da economia, diz Marina

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Marina em Ceilandia

Com duras críticas à política econômica do governo Dilma Rousseff (PT), a presidenciável Marina Silva (PSB) criticou a petista neste domingo (14) ao dizer que não será necessário à concorrente mudar seu ministério porque o resultado das eleições cuidará disso.

“O atual governo tem responsabilidade pela contabilidade criativa e pela administração dos preços para controlar a inflação. A Dilma disse que está resolvendo isso e até já se comprometeu a demitir seu atual ministro da Fazenda. Só que obviamente agora é tarde, porque ambos serão demitidos pelo povo brasileiro”, disse a candidata do PSB.

Marina falou à imprensa após comício em Ceilândia, cidade-satélite do Distrito Federal onde ocorreu o primeiro compromisso de campanha do presidenciável Eduardo Campos, morto há um mês num acidente de avião.

Para Marina, Dilma segura os preços da energia por causa das eleições e os valores serão reajustados depois do pleito.

“Resolveremos com responsabilidade, mantendo o respeito ao consumidor de energia que está com uma conta grande e [Dilma] está apenas aguardando que passe a eleições para poder colocar na conta do cidadão. É isso que não está sendo dito. Isso já está sendo feito mais o governo vai transferir para depois das eleições”, afirmou.

Marina repetiu ainda que a meta de inflação defendida em seu programa de governo é de 4,5% ao ano. À Folha, um de seus assessores, Alexandre Rands, classificou essa meta, como “hipocrisia”, por ser mais baixa do que a inflação real. Ele disse ser favorável à elevação da meta, para refletir a realidade atual: 6,5% ao ano.

Marina, contudo, disse que essa é apenas uma opinião pessoal. “Nós estamos mantendo o que está no nosso programa. Qualquer opinião fora disso é isolada de uma pessoa. É manter os 4,5%, é isso que é o nosso compromisso. Isso não vai ser feito de uma vez só e não é feito no chutômetro”, afirmou.

Após críticas de Ricardo a Lula, Dilma e ao PT, petistas se mostram contrários a aliança com PSB na Paraíba

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As afirmações do candidato a Governador da Paraíba pelo PSB, Ricardo Coutinho, de que a sua candidata a presidente é Marina Silva, nos últimos debates e entrevistas dos quais participou, não foram suficientes para criar clima de instabilidade na relação PT-PSB no estado. Porém, as críticas feitas por Ricardo a Lula, Dilma e ao PT neste sábado, quando da visita da presidenciável Marina Silva ao estado foram a gota d’água.

O petista Anselmo Castilho publicou em seu facebook, neste domingo, um texto em que deixa claro sua posição política a partir de agora, após as críticas de Ricardo Coutinho. “Eu voto Dilma 13… Voto PT e respeito suas decisões táticas. Mas, a partir de hoje, começarei a escolher em quem votar para Governador da Paraíba. Inadmissível ter aliado adversário”, disse ele, numa clara referência a Ricardo.

Ao ser convidado a falar, durante comício realizado no Parque do Povo, em Campina Grande, ao lado de Marina Silva, Ricardo aproveitou para detonar o PT, Lula, Dilma e a política adotada atualmente pela gestão petista no País. “Eu lembro muito bem que na época do ex-presidente Lula, eu me lembro muito bem, que vieram com história do medo, e hoje eles (os petistas) que sofreram do mesmo mal, queiram colocar para Marina o mesmo medo”, disse Ricardo.

Logo em seguida, Ricardo criticou a atual situação do Brasil. “O Brasil não tem medo. O Brasil tem medo é da situação em que se encontra, o Brasil tem medo é de crescer a 0,9 % ao ano do PIB (Produto Interno Bruto), o Brasil tem medo é do desemprego, o Brasil tem medo é do retorno da inflação”, disse o candidato do PSB”.

Ricardo pediu à militância do PSB empenho para combater o que ele aponta ser o discurso do PT: “Combatam essa tentativa de construir ao redor de Marina uma personalidade que na verdade não existe porque essa mulher aqui é madeira de lei que cupim não rói, já dizia o velho Ariano Suassuna. Não se iludam. Eles tentam de toda a forma desviar a atenção porque é desviando a atenção que eles conseguem cobrir os graves problemas da nossa Nação”.

Com a repercussão negativa das declarações, petistas que antes apoiavam a aliança PT-PSB na Paraíba começaram a declarar posição de independência. Outros já admitem, até, conversas com o PMDB, que tem como candidato a Governador o senador Vital do Rêgo que, ao contrário de Ricardo, tem colocado nos seus guias de rádio e TV, nos debates e nas entrevistas das quais participa que a sua candidata a presidente é a petista Dilma Rousseff.

Marília: “Armando tem nome, sobrenome, número e história que não se apaga”

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O município de Escada, na Mata do Sul do Estado, parou para receber a “carreata da vitória” do candidato a governador Armando Monteiro (PTB), na tarde deste domingo (14). Ao lado do senador Humberto Costa (PT), da vereadora do Recife, Marília Arraes (PSB), e de lideranças políticas locais, Armando percorreu um trecho de quase 10 quilômetros pelas principais vias da cidade. Essa foi a segunda agenda do dia do petebista. Pela manhã, a “onda azul” arrastou mais de 14 mil pessoas no Cabo de Santo Agostinho.

Neta do ex-governador Miguel Arraes (PSB), a vereadora Marília Arraes lembrou que tem raízes na Mata Sul e destacou o trabalho desenvolvido por seu avô em prol do homem do campo. Apesar de pertencer ao PSB, Marília condenou o uso da comoção por parte da Frente Popular para eleger um candidato desconhecido.

“Tenho vários motivos para votar em Armando e um deles é porque Armando tem história. Enquanto o outro candidato é só um nome e um número, Armando tem nome, sobrenome, número e história que não se apaga”, disse Marília Arraes.

Em seu discurso, Armando retribuiu o apoio de Marília e destacou que a vereadora tem a compreensão de suas responsabilidades olhando o futuro de Pernambuco. “Marília é uma mulher guerreira, combativa, que tem coragem e consciência das suas responsabilidades públicas e não teme as incompreensões momentâneas porque tem a compreensão das suas responsabilidades olhando o futuro de Pernambuco”, grifou.

Armando também sublinhou o esforço empreendido por Miguel Arraes em beneficio da população da Mata Sul, com a implantação do programa Chapéu de Palha. O petebista, contudo, destacou que Pernambuco não pode ser propriedade de um único grupo político e precisa avançar. “Vamos garantir no dia 5 essa vitória que é a vitória da independência, da alternância, porque Pernambuco não pode ser propriedade de um único grupo político”, disse.

Doleiro é acusado de negociar comissão para PT e PMDB

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ex diretor da petrobras

Depoimento colhido pela Polícia Federal na investigação da Operação Lava-Jato indica que parlamentares do PT e do PMDB negociaram com o doleiro Alberto Youssef para que ele fechasse negócios com os fundos de pensão dos Correios, o Postalis, e da Caixa Econômica Federal, o Funcef. Em troca de apoio político para o fechamento do negócio com os fundos, haveria uma partilha de comissões com integrantes dos dois partidos. O negócio só não se concretizou porque o doleiro foi preso. Em maio deste ano, O GLOBO revelou que a a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) havia aberto investigação para apurar operações fraudulentas ligadas ao Postalis.

Na época, a reportagem identificou uma delas: um aporte de R$ 40 milhões, de 19 de dezembro de 2012, no Banco BNY Mellon por meio da gestora DTW Investimento LTDA, que teria sido direcionado pelo ex-diretor da fundação Ricardo Oliveira Azevedo após influência de Youssef, e dos donos da Tino Real Participação, Maria Thereza Barcelos da Costa e Eric Davi Bello, alvos da Operação Lava-Jato da Polícia Federal.

Segundo relato à PF da contadora Meire Poza, ex-funcionária do grupo de Alberto Youssef, em 12 de março deste ano, cinco dias antes de ser preso, o doleiro se reuniu com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), em Brasília, e fechou um acordo verbal para ser beneficiado com R$ 50 milhões dos dois fundos de pensão. O deputado André Vargas (sem partido-PR) teria ajudado na articulação com a ala petista dos fundos de pensão.

COMISSÃO DE 10% AOS ‘CORRETORES’

Meire Poza disse ainda que o acordo renderia uma comissão de 10%, R$ 5 milhões, aos “corretores” do negócio. Esses corretores seriam os intermediários que fariam chegar o dinheiro aos partidos. Mas não está claro qual o percentual dos R$ 50 milhões que seria destinado aos políticos. Youssef foi preso no dia 17 de março, no Maranhão, e a transação não se efetivou.

Renan e Vargas negam qualquer vínculo com as tratativas do doleiro. Segundo o relato de uma das pessoas que está participando das investigações da Operação Lava-Jato, Youssef estava precisando de muito dinheiro e tentou convencer o Postalis e o Funcef a investirem R$ 50 milhões em ações em uma de suas empresas, a Marsans Brasil.

Diante da resistência de dirigentes dos fundos vinculados ao PMDB, Youssef teria procurado apoio de Renan na noite de 12 de março. Dois dias depois, num café da manhã, em São Paulo, ele comemorou com Meire Poza a futura entrada do dinheiro que poderia aliviar parte dos problemas financeiros da Marsans. “Ele (Youssef) me disse que esteve com o Renan para ajustar a parte do Postalis, que tinha conseguido os R$ 50 milhões em debêntures para a Marsans”, relatou a contadora a policiais.

Pelo suposto acerto, o Postalis faria um aporte de R$ 25 milhões, e a outra parte, de igual valor, caberia ao Funcef.

A contadora disse à Polícia Federal que o doleiro pagaria comissão de 10% do valor do aporte para os corretores credenciados para esse tipo de transação. O valor é bem superior às cifras pagas pelo mercado nesses tipos de transação que, segundo ela, ficam em torno de 3%. A suspeita levantada é que parte do dinheiro seria destinado a campanhas eleitorais.

Meire Poza prestou depoimento no início de agosto. As informações deverão ser encaminhadas ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, como parte das informações colhidas nas colaborações feitas pelos investigados. Caberá ao ministro decidir se as acusações têm fundamento e se polícia deve aprofundar a investigação do caso.

Procurado pelo GLOBO por intermédio da assessoria, Renan Calheiros negou que tenha recebido Youssef, disse que não o conhecia e que ficou sabendo do caso pela imprensa. André Vargas também negou qualquer vínculo com as negociações de Youssef com o Postalis e o Funcef. Vargas já reconheceu que é amigo de Youssef há muitos anos, mas disse que não conhece e não tem qualquer relação com dirigentes dos dois fundos.

— Não conheço ninguém no Postalis. Nunca estive lá e nem sei onde fica. Ele (Youssef) nunca tratou desse assunto comigo. Isso é lorota — disse Vargas.

O GLOBO tentou, sem sucesso, falar com o presidente do Postalis, Antonio Carlos Conquista. A assessoria não retornou a ligação. Ainda na 1ª fase das investigações da Lava-Jato, o Funcef reconheceu que Youssef tentou, mas não conseguiu, fazer um negócio com a instituição.

Teori Zavascki é relator das investigações já abertas contra os deputados André Vargas, Luiz Argôlo (SDD-BA) e contra o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), acusados de receber vantagens materiais de Youssef. Meire foi contadora de Youssef de 2011 até março deste ano, quando a Operação Lava-Jato implodiu os negócios do doleiro. Num outro depoimento, a contadora relata que o doleiro intermediou o pagamento de R$ 4,6 milhões em propina para o governo do Maranhão antecipar o pagamento de um precatório de R$ 120 milhões da Constran.

LAVAGEM DE DINHEIRO DE EMPREITEIRAS

O advogado Carlos Alberto Pereira da Costa, ex-diretor jurídico da Marsans e da GFD, outra empresa de Youssef, decidiu colaborar com as investigações da PF e do Ministério Público Federal. Ele relatou como funcionava a GFD. Youssef teria criado a empresa para administrar parte de seus negócios lícitos. Mas, depois, passou a usar a empresa na estrutura de lavagem de dinheiro de empreiteiras com contratos com a Petrobras.

Com as colaborações de Meire, Pereira, Leonardo Meirelles, um dos sócios de Youssef no laboratório Labogen, e mais recentemente do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, investigadores acreditam que não restará outra alternativa ao doleiro senão aceitar a delação premiada. O volume de informações contra o doleiro, o ex-diretor da Petrobras e algumas grandes empreiteiras é expressivo. Youssef e Costa são acusados de chefiar duas grandes estruturas de desvio de dinheiro.

Costa é suspeito de intermediar contratos da Petrobras em negócios articulados entre grandes empreiteiras, prestadores de serviço e políticos. Na delação premiada, Costa disse que 3% de cada contrato da estatal eram destinados a políticos.

Com informações do jornal Extra de Alagoas

Nome de Cid Gomes é citado por delator da Petrobras

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A revista ISTOÉ da semana passada, trouxe à tona outros nomes, além dos já divulgados, citados por Paulo Roberto Costa em delação à Polícia Federal. Da lista, consta o nome do governador do Ceará, Cid Gomes, além do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e dos senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Francisco Dornelles (PP-RJ).

Em depoimento à PF, o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, considerado o maior arquivo vivo da República, entregou nomes de políticos e empresas que superfaturaram em 3% o valor dos contratos da Petrobras exatamente no período em que ele comandava o setor de distribuição, entre 2004 e 2012.

Na delação que fez à PF, Paulo Roberto Costa menciona que negociou com o governador do Ceará a instalação de uma minirrefinaria no Estado. O projeto seria apenas uma fachada para um esquema de lavagem de dinheiro por meio de empresas que nunca sairiam do papel.

“Não sei quem é Paulo Roberto. Nunca estive com esse cidadão e sou vítima de uma armação de adversários políticos”, garantiu Cid, na tarde dessa sexta-feira (12), à revista.

Apesar de negar conhecer o ex-diretor, matéria do jornal O Estado de S.Paulo do dia 22 de março deste ano revelou que Paulo Roberto Costa assumiu que negociava com o governador do Ceará a construção de uma minirrefinaria no Estado. No dia seguinte, em 23 de março, a revista ISTOÉ também publicou reportagem na qual afirmou que a Refinaria Petróleo Cearense Ltda. estava sendo negociada com o governador Cid para ficar no Pecém.

Cabo reconhece trabalho de Armando em prol da qualificação profissional

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O bairro de Ponte dos Carvalhos, no município do Cabo de Santo Agostinho, parou neste domingo (14) para receber uma das maiores caminhadas já vistas em toda sua história. Pela manhã, mais de 14 mil pessoas, percorreram as ruas da localidade, ao lado dos candidatos Armando Monteiro (PTB) e João Paulo (PT).

Recepcionados pela militância, pelo prefeito do Cabo Vado da Farmácia (PSB) e pelo deputado estadual e candidato à reeleição Everaldo Cabral (PP), Armando e João Paulo caminharam mais de 4 quilômetros. Em cada parada, os candidatos a governador e senador receberam palavras de incentivo, estímulo e carinho.

Segundo Armando, todos estes gestos representam um combustível importante para a grande vitória do dia 5 de outubro. “Essa caminhada é árdua. Estamos enfrentando um sistema de forças que quer se manter no poder a qualquer custo. O uso deslavado das máquinas, o clima de intimidação, mas o povo de Pernambuco não aceita canga e tutela de ninguém”, discursou o candidato, no comício.

O município do Cabo tem forte identificação com Armando. Na cidade, de olho na expansão do Complexo Portuário de Suape e no crescimento econômico da região, o candidato, enquanto presidente nacional do SESI e SENAI, realizou um dos maiores programas de qualificação de mão de obra já vistos em Pernambuco. O objetivo foi preparar os jovens e adultos do Estado para ocupar as vagas de emprego geradas por projetos como a refinaria Abreu e Lima e o Estaleiro Atlântico Sul. Armando Monteiro foi responsável pela ampliação da unidade do SENAI do Cabo, incluindo a implantação de um centro de excelência de solda.

Também para preparar os jovens, Armando desenvolveu o programa SESI Reforço da Escolaridade, que ofereceu aulas de Português e Matemática, de modo a elevar o ensino básico da população para ter acesso aos cursos de capacitação e qualificação profissional.

V Laje Festashow no Sítio Lajedo em Dormentes

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Ontem (13) no Sitio Lajedo, Dormentes-PE, foi realizada a V Laje Festashow, animado pelo grupo musical Agel e pela Banda Sirano e Sirino, um evento de grande porte com exposição de animais; o vice-Prefeito Avelar esteve na abertura do evento e pode ser visto em companhia do candidato a Deputado Estadual Sargento Robson Patrício, que em conversa Robson nos falou que, “a integração entre as associações de pequenos agricultores e criadores de caprinos e ovinos da cidade, demonstram o diferencial de melhoria do seu rebanho que ao longo dos anos foi sendo melhorado, conheço Dormentes há 15 anos”, fazendo um comparativo do antes e hoje, Patrício disse ainda que, “a realidade da cidade hoje é totalmente diferente de quando há conheci, chegou a industria de bloco, as matrizes melhoradas do caprino e ovino, o asfalto e no futuro as famílias desta cidade vão querer o que falta, terras irrigadas, vamos trabalhar para que a água do Rio São Francisco chegue até a área de sequeiro desta cidade, o povo não pode achar que tudo esta bom, tem sempre que melhorar ainda mais”.

Ascom

Agenda de Armando Monteiro (PTB), candidato a governador da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, nesta segunda-feira (15):

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Agenda dos candidatos (Armando)

8h – Gravação do guia

12h – Almoço com funcionários e empresários da Parqtel

Local: Empresa Tron – Rua Ministro Mário Andreazza, nº 03, Quadra N, Módulo 8, Várzea, Recife/PE

14h30 – Sabatina na FIEPE

Local: FIEPE – Av. Cruz Cabugá, 767, Santo Amaro – Recife/PE

17h30 – Caminhada em Santo Amaro

Local: Av. Cruz Cabugá, em frente ao Hospital do Câncer, Recife/PE

19h – Plenária dos Setoriais da Coligação Pernambuco Vai Mais Longe

Local: Comitê do Pina – Av. Herculano Bandeira, 692, Pina – Recife/PE

Coligação Pernambuco Vai Mais Longe: PTB, PT, PDT, PRB, PSC e PTdoB

Aécio Neves (PSDB) candidato a presidente concentra a campanha em favelas do Rio de Janeiro

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Aécio Neves no Rio

O candidato tucano à Presidência da República, Aécio Neves, está desde a manhã deste domingo na Central Única das Favelas (Cufa), em Madureira, na zona norte do Rio, cumprindo agenda de campanha. Ele foi ao local para receber o livro “Um País Chamado Favela”, escrito por Renato Meirelles, presidente do Data Popular, e Celso Athayde, fundador da Cufa.

O livro se originou da pesquisa “Radiografia das favelas brasileiras”. Segundo a pesquisa, as 12 milhões de pessoas que atualmente moram em favelas no Brasil têm renda anual de R$ 64,5 milhões, o equivalente ao consumo de países como Bolívia e Paraguai.

No estado do Rio de Janeiro, cerca de 10% da população mora em favelas. O livro também será entregue a Dilma Rousseff (PT), presidente e candidata à reeleição, e a Marina Silva, que concorre à Presidência pelo PSB.

Após o evento, Aécio concederá entrevista coletiva. Esse é o único compromisso de campanha do tucano neste domingo.

Dilma busca se desvincular de variações do mercado e prevê alta de ações da Petrobras

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A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, procurou neste sábado desvincular as variações do mercado financeiro ao seu desempenho nas pesquisas de intenção de voto e previu uma alta nas ações da Petrobras.

Em evento de campanha em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, Dilma atribuiu à “especulação” as oscilações nos mercados de ações e de câmbio e negou que essas altas e baixas tivessem relação com as pesquisas de intenção de voto para presidente da República, que têm sido acompanhadas de perto pelo mercado financeiro.

“Esse negócio de usar pesquisas eleitorais, avaliações eleitorais para descer e subir dólar tem a ver mais com a especulação e não com propriamente uma rejeição de A, B ou C”, avaliou a presidente.

“É porque é muito mais fácil você justificar subidas e descidas botando a culpa em outrem e não em mecanismos de especulação característicos do mercado financeiro, não é?”, indagou.

Marina se diz atacada por ser ‘filha de pobre, preta e evangélica’

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A candidata à Presidência do PSB, Marina Silva, afirmou neste sábado, 13, em um comício em João Pessoa, capital da Paraíba, que virou alvo de críticas por ser “filha de pobre, preta e evangélica”. Marina acusou seus adversários de promoverem uma “campanha de ódio” contra ela e sua candidatura.

“Onde já se viu querer que a gente dissesse a verdade sobre a sua trajetória e a sua biografia? Filha de pobre, preta e evangélica é para ser desrespeitada, caluniada, tratada com preconceito”, ironizou. Disse também que o Brasil sempre foi um país tolerante com as diferenças, onde as pessoas convivem “de forma respeitosa, amorosa, acolhedora entre quem crê e quem não crê, entre quem é católico e quem é evangélico”. Agora, no entanto, prosseguiu, os adversários  “começaram uma campanha de ódio”.

Sem especificar se falava da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, ou do rival tucano Aécio Neves, a ex-ministra do Meio Ambiente afirmou que “eles” se recusam a dizer a verdade sobre a sua trajetória de vida.  “Quando eu peço para eles pararem com a mentira e com a calúnia, eu estou me fazendo de vítima. Olha como a política ficou perversa. Você é apunhalada, caluniada e tem de ficar calada e sorrir agradecida, porque senão eles reclamam.”

Rivalidade. Desde que subiu nas pesquisas, Marina tem sido alvo de fortes ataques, principalmente partidos do PT, partido do qual fez parte por mais de duas décadas. A estratégia de campanha da presidente Dilma é desconstruir a imagem da ex-ministra, para que a petista inverta as tendências e tenha maior chance de vitória no segundo turno.

Por Eduardo Campos, PSB pede acesso a depoimento de ex-diretor da Petrobras

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O PSB protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de acesso aos depoimentos do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, alvo maior da Operação Lava Jato. O partido alega que precisa ter acesso à longa série de depoimentos do executivo – no âmbito de delação premiada – para poder rebater a informação de que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) estaria entre os beneficiários de esquemas de corrupção na estatal petrolífera.

Campos, que morreu em um acidente aéreo na cidade de Santos (SP) com outras seis pessoas no dia 13 de agosto, não será alvo de investigação. Mesmo que seu nome tenha sido citado por Costa, o ex-candidato a presidente pelo PSB não pode mais ser punido. O ex-governador chegou a ser arrolado como testemunha de defesa de Costa, assim como outros ex-integrantes do governo de Pernambuco. Mas os advogados do ex-diretor da Petrobras desistiram do depoimento de Campos.

Segundo a revista Veja, em sua edição da semana passada, Costa citou o ex-governador de Pernambuco entre os envolvidos nos esquemas da Petrobras ao lado de outros governadores de estados onde a estatal possui investimentos em refinarias. A revista não cita detalhes sobre o suposto envolvimento de Campos.

“O leitor desavisado não percebe que nenhum fato concreto, nem sequer um mero indício ou pálidos sinais de corrupção emergem da matéria (publicada na revista)”, argumenta o advogado do PSB, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, no pedido encaminhado ao ministro Teori Zavascki, do STF. Zavascki é o relator do caso no Supremo.