Advogado de Mysheva rebate acusações de fazendeiro sobre assassinato de promotor

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Advogado de Mysheva rebate acusações de fazendeiro sobre assassinato de promotor

O advogado de Mysheva Martins, noiva do promotor assassinado, Thiago Faria, rebateu as acusações feitas pelo principal suspeito do crime, o fazendeiro José Maria, de que Mysheva teria participação na morte do noivo em Itaíba, no Agreste de Pernambuco. De acordo com José Augusto Branco, as acusações feitas no vídeo não são verídicas. A defesa de Mysheva desafiou o fazendeiro a mostrar algum documento que comprove o pedido de união estável dois dias após o assassinato, assim como disse desconhecer venda de gado do promotor para pagamento da execução do crime.

Ainda segundo o advogado, Mysheva não teria dado a certeza de que de fato teria sido Edmacy o homem que atirou no promotor. José Augusto revelou que, após o crime, uma foto de Edmacy foi apresentada à Mysheva através de um celular e, naquele momento, ela afirmou que a pessoa da imagem parecia com o executor, mas que o assassino estava de óculos e chapéu grande. Não houve, de acordo com o advogado, um reconhecimento legal, com várias pessoas parecidas postas em um vidro, mas uma indução, com a foto de uma só pessoa.

A produção conversou com a perita Vanja Coelho, que trabalha no caso com mais três peritos, e ela informou que o Instituto de Criminalística (IC) pretende entregar o laudo da reprodução simulada até o dia 10 de fevereiro. Ainda segundo Vanja Coelho, na semana passada, os peritos voltaram na cena do crime para, com calma, visualizar melhor a dinâmica do homicídio do promotor e poder esclarecer todas as dúvidas.

Ela disse ainda que os tiros da reprodução simulada foram de verdade. Os peritos usaram cartuchos completos das armas para ter uma sonoridade mais próxima possível dos disparos feitos para matar Thiago Faria. Por segurança, o local foi isolado 400 metros. Na reprodução simulada, os peritos encenaram o momento da execução do promotor e os carros utilizados foram do mesmo modelo dos usados no dia do crime. A única coisa que mudou foi a cor do carro onde estavam os assassinos porque o veículo escuro que seria usado quebrou quando seguia para a PE-300, em Itaíba.

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