BATERIAS DE CELULAR – UM RISCO DA MODERNIDADE

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robson mororó nova

Aparelhos eletrodomésticos ou eletroeletrônicos e seus componentes, inclusive pilhas, baterias, se fazem mais presentes em nossas vidas e juntamente com esses produtos magnetizados estão os metais pesados que faz parte da composição de muitos aparelhos modernos, tipo: mercúrio, chumbo, cádmio, manganês e níquel.

As baterias de telefones celulares não devem ir para o lixo comum, pois quando depositadas em lixões, suas substâncias tóxicas contaminam o solo e também os lençóis freáticos subterrâneos, assim como os rios.

O volume global de baterias recarregáveis vem crescendo 15% ao ano. Em geral, os brasileiros trocam de celular a cada 18 meses, embalados pelas novidades de dispositivos sofisticados e pelo incentivo das operadoras, que chegam até a oferecer aparelhos gratuitamente. Ai mora o perigo, pois a cada celular descartável vai junto uma bateria composta de produtos químicos.

A Associação Brasileira de Eletroeletrônicos estima a produção de mais de 800 milhões de baterias de celulares por ano, onde em média um brasileiro utiliza mais de 4 por ano.

As empresas de telefonia recomendam que o descarte seja feito nas próprias lojas de celulares, que funciona como pontos de coleta de baterias, esse material é para ser destinado às empresas que promovem a reutilização ou reciclagem.

Pergunta: Quantas baterias de celular você já entregou em uma loja?

Por: Robson Mororó

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