O cenário que se desenha para a disputa pelo comando administrativo de Pernambuco trabalha quatro candidaturas, a Frente Popular naturalmente terá seu candidato que será o deputado federal Danilo Cabral, o inacreditável vem das oposições com três nomes de potenciais candidatos e sendo todos eles prefeitos de cidades do interior.
Cada um dos quatro candidatos seguirá orientações de seus respectivos partidos, levando em consideração a formação de blocos partidários para composição da chamada aliança. Pelo que o Blog apurou, até esse momento apenas um dos pré-candidatos, não trabalha com a possibilidade de montar palanque para os candidatos a Presidente da República.
Danilo Cabral (PSB) pré-candidato pela Frente Popular ao Governo do Estado de Pernambuco, manterá aliança com o PT e apoiará a pré-candidatura de Lula para Presidente da República. A única dificuldade de Danilo até agora é na composição da chapa, ele tem duas vagas, sendo uma de vice e outra de senador para vários pretendentes.
O presidente Jair Bolsonaro, pré-candidato a reeleição, contará com apoio do correligionário Anderson Ferreira, prefeito de Jaboatão dos Guararapes e pré-candidato a Governador de Pernambuco. Anderson foi o que menos se movimentou para pavimentar os caminhos de uma pré-candidatura, resta saber se o Presidente Bolsonaro renderá frutos, ou melhor, votos.
Raquel Lyra, pré-candidata do PSDB, não apoiou o governador de São Paulo João Doria nas prévias do partido. Mesmo com seu candidato sendo derrotado pelo paulista, Raquel deve apoiar Doria por uma questão de fidelidade partidária. Existe outro fator que leva Raquel a montar palanque para Doria, não votar em Bolsonaro e nem em Lula.
Já o pré-candidato Miguel Coelho (União Brasil), vai preferir adotar uma campanha que agrade todas as alas. Pelo que já foi anunciado pelo senador Fernando Bezerra Coelho, Miguel poderá ter o chamado palanque tríplice em Pernambuco. Na cidade que o prefeito ou líder local votar em Bolsonaro ele apoia Bolsonaro, onde for Lula ou Doria, igualmente.
