Pré-candidatos ao Governo de Pernambuco apostam na conquista de apoios

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Faltando 172 dias para o primeiro turno das eleições deste ano que acontece em dois de outubro, os cinco principais pré-candidatos ao Governo de Pernambuco veem trabalhando intensamente com estratégia única de formar um grande elenco de lideranças politicas em seu favor. A cada dia que passa a assessoria dos pré-candidatos anunciam nomes de apoio em favor do postulante, seja prefeito de grandes ou pequenos municípios ganham notoriedade na imprensa estadual.

E quando o apoio vem de quem já teria anteriormente feito declarações em favor de um pré-candidato, aí a comemoração da assessoria passa a ter um significado mais relevante. Já para quem perdeu aquele apoio é tentar justificar e dizer que mais apoios estão a caminho, também se trata de estratégia para não desestimular quem ainda não cedeu. Nesse primeiro momento o pré-candidato do governo parece levar pequena vantagem, por outro lado quem amarga perdas é a pré-candidata do PSDB.

No entanto, independentemente da situação, tudo é devidamente explicado pela assessoria de cada pré-candidato. Seja quando tem um novo apoio para anunciar, seja quando perde um apoio. Para cada um dos pré-candidatos e seus assessores, a única certeza é de que o jogo está apenas no começo. Todos eles apostam ainda em fatos novos durante esse período de pré-campanha, e, se apegam ao velho ditado de que ainda vão passar muitas águas por debaixo da ponte.

Certo mesmo é que alguns desses cinco pré-candidatos já estão se apegando em coletes salva vidas para possível naufrágio, é o caso de Danilo Cabral (PSB) e Marília Arraes (Solidariedade) com Lula, e de Anderson Ferreira (PL) com o presidente Jair Bolsonaro. Acreditando na força dos próprios braços para se possível remar até contra a maré, Miguel Coelho (União Brasil) e Raquel Lyra (PSDB), vão procurar fugir da nacionalização da campanha e trazer um debate politicamente pernambucano.

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