Essa afirmação pode ser levada ao pé da letra no sentido literal, pois não se deve nunca em hipótese nenhuma bater numa mulher –nem em um homem- pois nos últimos tempos o que mais se ver nos noticiários são casos de mulheres sendo agredidas pelos seus companheiros, ex-companheiros, e até mesmo por estranhos pelo simples fato de ser mulher.
Mas a afirmação pode ser usada também no sentido figurado, quando se “bate” numa mulher através de afirmações, e em “ano de política” isso fica bem mais evidente, pois os ataques verbais são constantes, mas e se a mulher estiver grávida, esses ataques irão continuar, ou serão “amenizados”?
A pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes (SD) recentemente tem sido o alvo dos outros pré-candidatos nesses “ataques”, e por isso uma série de mensagens em redes sociais postada por apoiadores, dizem que esses ataques estão centrados pelo fato de uma mulher está liderando as pesquisas eleitorais, ainda nessa semana, Marília anunciou está grávida.
Será que ainda vão continuar “batendo” numa mulher grávida? Ou na política pode tudo? Inclusive se valer de uma condição para não entrar em atritos?
