O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal, já vem com as garras de fora há alguns anos. Com uma insaciável sede de poder, sempre se colocando em lado oposto ao Presidente Bolsonaro. Lembrando que ele é afilhado politico do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, candidato a vice-presidente da República na chapa de Lula.
Alexandre de Moraes é também o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), órgão responsável pela realização das eleições e proclamação do resultado. ‘O todo poderoso do Brasil’, Alexandre de Moraes, teria que se abster da disputa eleitoral, colocando de lado sua preferência nas eleições deste ano. Lembrando que o mesmo é cria de Alckmin.
Um juiz que se prese, ou, no mínimo que tenha obediência a Constituição Federal, não pode atuar tendo preferência pela vítima ou o acusado. Quando se trata das eleições para escolha do Presidente da Nação, os integrantes do Supremo Tribunal Federal, bem como, do Tribunal Superior Eleitoral, sobre tudo, seu presidente, não pode atuar com preferência.
Quanto ao ministro Alexandre de Moraes, visto como ‘O todo poderoso do Brasil’, fica a inequívoca sensação de que, além de fazer escolha e defesa, se deixa levar pelo sentimento do ódio para tomar decisões. O Artigo 5º, inciso IV, da Carta Constitucional da República Federativa do Brasil dispõe: “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”.
