O que os cabroboenses querem ouvir dos pré-candidatos da frente popular de Pernambuco

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Essa é a primeira visita de Paulo Câmara a cidade de Cabrobó, o pré-candidato ao governo de Pernambuco, comandou a secretaria da fazenda na gestão de Eduardo Campos até o inicio desse ano, quando saiu para ser o nome de confiança do socialista na corrida eleitoral para o palácio do campo das princesas. O ex secretário estadual da fazenda é conhecido no meio político como um excelente administrador do patrimônio público, já no meio empresarial pela forma implacável como coloca a maquina fazendária na arrecadação dos impostos.

Foi sob o comando de Paulo Câmara que no dia 30 de outubro de 2013, uma estrutura equipada e armada foi montada na cidade de Cabrobó, de forma truculenta adentrou em algumas lojas causando constrangimento em comerciantes, funcionários e clientes. Para muitos uma forma indevida de cobrar impostos, para outros a forma adequada de tornar todos igualitários diante do sistema fazendário.

Paulo Câmara pré-candidato ao governo de Pernambuco deve tratar de pelo menos três temas de interesse direto da sociedade, como por exemplo: do centro tecnológico do arroz e quando é que essa obra vai beneficiar aos produtores da cultura, ainda da PE 499 que liga os municípios de Cabrobó e Terra Nova, se o inicio das obras fazem parte do seu programa de governo, por ultimo, da construção da escola técnica estadual, que por sinal, o terreno já doado pela prefeitura municipal.

Quem retorna a cidade quase dois anos depois, é o ex ministro da integração Fernando Bezerra Coelho, o sertanejo de Petrolina esteve em território cabroboense pouco tempo antes de sair do comando da pasta, apenas vistoriando as obras da transposição. O pré-candidato ao senado e companheiro de majoritária de Câmara, sempre esteve diretamente ligado a política local desde o ano de 1982 quando disputou sua primeira eleição. FBC foi aliado próximo do atual prefeito de Cabrobó, desde a campanha de 2006 quando seu filho foi eleito pela primeira vez deputado federal. O rompimento se deu em plena campanha de 2012, só no ano seguinte o prefeito quebrou o silencio, em solenidade de inauguração da adutora do murici, o mesmo teria dito, que a falta de empenho do então ministro em relação ao projeto Maria Preta, o centro tecnológico do arroz, a PE 499, obras do saneamento básico da cidade e o cais da beira do Rio, tudo isso o motivou para um rompimento.

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