Dilma: reforma política é pilar de Plano de Transformação Nacional

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A convenção nacional do PT teve um objetivo maior do que o de ratificar a aliança com o PMDB na disputa pela reeleição. O encontro de hoje (21) em Brasília serviu como combustível em torno de um dos principais ingredientes para se fazer uma campanha vitoriosa: “a adrenalina nas ruas”, nos dizeres do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Plano de Transformação Nacional apresentado por Dilma Rousseff tem entre seus principais pilares a defesa de uma reforma política no debate eleitoral.

A presidenta abraça a tese de uma reforma com plebiscito e ampla participação social como essencial para se construir um ambiente favorável ao que chama de “novo ciclo de desenvolvimento e novo ciclo histórico”. Segundo ela, sem citar nominalmente o decreto presidencial que institui o Política Nacional de Participação Social (PNPS), que causou alvoroço na oposição, a sociedade exige a criação de novos mecanismos de intervir nas decisões e nos rumos do país.

Antes, Lula havia enfatizado: “O que ganha eleição não é maior tempo de TV ou a qualidade da propaganda eleitoral. O que ganha é a adrenalina nas ruas”, destacando o papel da militância petista no processo. “É a campanha da verdade contra a mentira e contra a desinformação”, reforçou Dilma. Ambos têm consciência de que, como demonstraram os momentos de mais aplausos e empolgação, a reforma política e a democratização do acesso à informação são as bandeiras que provocam a “adrenalina” a que o ex-presidente se refere.

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