Os dois jihadistas suspeitos do massacre contra a revista Charlie Hebdo foram mortos nesta sexta-feira em um ataque das forças de segurança contra a gráfica no nordeste de Paris, e o refém foi libertado são e salvo, segundo fontes ligadas à investigação.
O ataque foi feito quase simultaneamente a uma ação similar que pôs fim à tomada de reféns em um mercado judeu, segundo jornalistas da AFP.
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