As contas do ex Prefeito de Cabrobó, Eudes Caldas (PTB), referente ao exercício financeiro do ano de 2012, será votada pelos vereadores na sessão do dia 19, próxima quinta feira. O TCE (Tribunal de Contas do Estado), emitiu parecer recomendando a rejeição das contas do ex Gestor municipal. O Processo foi encaminhado para analise das comissões no dia 15 de dezembro do ano passado, de acordo com a legislação que trata da matéria a mesa diretora tem o prazo de 60 dias a contar da data do envio para as comissões para que o Processo seja votado em Plenário. Esse prazo se esgota neste domingo dia 15 de fevereiro, como só haverá sessão após as festividades de carnaval, o Presidente do Poder Legislativo Zezito Salú (PDT), aproveitará a sessão que foi convocada para votação do PL que trata da atualização dos vencimentos dos Professores, e colocará as contas do ex Prefeito para ser votada pelos vereadores na mesma sessão.
Como se trata de matéria de dois terços seria necessários pelo menos oito votos para derrubar o parecer do TCE, mesmo a oposição tendo maioria na casa o numero é insuficiente para alcançar o necessário. Isso significa que mais uma prestação de contas do ex Gestor do município de Cabrobó será rejeitada, os planos do ex Prefeito de Cabrobó Eudes Caldas em pavimentar seu retorno para o comando do executivo municipal, pode ficar mais complicado e abrir discussões dentro das oposições para outro nome. Alguns vereadores tendem a mudar seus posicionamentos, Claudionor Novaes (PTB), Neguinho Truká (PSD) e Avanildo Barros (PP), estava a favor do ex Prefeito quando as contas de 2010 foram rejeitadas. Marcos de Neuma e Ramsés Sobreira, ambos do PSB, votaram a favor do parecer do TCE mantendo a rejeição. Zé Nilson Novaes (PP), Paulo Gonçalves (PT), Duda Caldas (PTB) e Barná Russo (PSD), devem manter seus posicionamentos em defesa do ex Prefeito, Suzana Freire (PTB), manterá a posição contraria a aprovação das contas e a favor do parecer do TCE. O novato nessa legislatura Moacy Rocha (PSD), deve votar de acordo com orientação do governo, ou seja, a favor do parecer e da rejeição das contas.
