Ao longo dos últimos 50 anos já aconteceram várias tragédias aéreas, muitas até hoje sem nenhuma resposta, como por exemplo, o que teria provocado a queda de uma aeronave aparentemente nova, ou que, passou por rigorosas inspeções antes do ultimo vôo. Outros simplesmente desapareceram do mapa, ou melhor, dos radares altamente preparados com a mais avançada tecnologia para captar qualquer sinal de ruído nos ares. Na madrugada do dia 8 de março de 2014, no horário local (tarde de 7 de março, horário UTC), uma aeronave da empresa Malaysia Airlines MH370 realizava a rota entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China, levando 227 passageiros e 12 tripulantes, o mesmo simplesmente desapareceu dos radares após aproximadamente uma hora de voo enquanto sobrevoava o Golfo da Tailândia, no Mar da China, até hoje ninguém sabe o que aconteceu.
Do dia 4 de fevereiro do ano de 1966, quando aconteceu no Japão uma tragédia com um Boeing 727-81 matando 133 pessoas, até o mais recente nos ares da França, ocorrido no dia 24 de março de 2015, quando um Airbus A320 fazia o voo 4U9525 da companhia aérea Germanwings partindo de Barcelona, na Espanha, com destino a Düsseldorf, na Alemanha, levando 150 pessoas – sendo 144 passageiros e seis tripulantes (nenhum sobrevivente). Foram pelo menos 100 gravíssimos acidentes com mais de 100 vitimas em cada um deles, sem contar os que simplesmente sumiram sem deixar nenhum rastro. No total dos 100 acidentes catalogados, incluindo as vitimas de 11 de setembro de 2011, quando terroristas atacaram as Torres Gêmeas do complexo empresarial do World Trade Center, na cidade de Nova Iorque nos EUA, 19.202 pessoas morreram em acidentes aéreos. No Brasil os dois acidentes que deixaram o maior numero de vitimas foram o da empresa GOL em 29 de setembro de 2006 um Boeing 737-800 SFP (Short Field Performance) da companhia brasileira Gol Transportes Aéreos, prefixo PR-GTD, com 154 pessoas a bordo, desapareceu dos radares aéreos às 16h48min (UTC-3) enquanto cumpria a etapa de Manaus a Brasília do voo 1907. Tambem o voo TAM 3054 era um voo operado pela companhia aérea brasileira TAM Linhas Aéreas, que ligava as cidades de Porto Alegre e São Paulo utilizando uma aeronave de passageiros Airbus A320-233, prefixo PR-MBK4 . Em 17 de julho de 2007, o aparelho ultrapassou o fim da pista 35L do Aeroporto de Congonhas durante o pouso, vindo a chocar-se contra um depósito de cargas da própria TAM situado nas proximidades da cabeceira da pista 17R, no lado oposto da avenida Washington Luís que delimita o aeroporto. Havia 187 pessoas na aeronave e não houve sobreviventes, incluindo mais doze mortes no solo.
O mais impressionante em tudo isso é que nunca na historia da aviação civil mundial, um acidente foi desvendado com tanta rapidez e precisão como o ocorrido no dia 24 de março de 2015, quando um Airbus A320 fazia o voo 4U9525 da companhia aérea Germanwings partindo de Barcelona, na Espanha, com destino a Düsseldorf, na Alemanha, levando 150 pessoas sem deixar nenhum sobrevivente. As respostas para todas as perguntas foram rapidamente dadas pelas autoridades francesas, o que deixa uma serie de questionamentos sobre segurança aérea no mundo. E os demais acidentes por que não tem respostas com a mesma velocidade e precisão, quando a tecnologia é praticamente a mesma utilizada por quase todas as companhias aéreas. Se os vôos são internacionais porque os profissionais não treinamentos e submetidos aos testes conforme padrão internacional.


