Casa Branca anuncia retirada de Cuba da lista de ‘patrocinadores do terror’

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A iniciativa faz parte dos esforços em reatar os laços diplomáticos bilaterais, danificados há mais de meio século, e se segue ao encontro histórico entre os presidentes Obama e Raúl Castro durante a Cúpula das Américas, no último final de semana.

Na ocasião, Obama declarou que “Cuba não é uma ameaça aos EUA”.

Segundo o perfil da Casa Branca no Twitter, o governo submeteu ao Congresso os relatórios e certificações exigidos, indicando sua intenção de tirar Cuba da lista.

Agora, o Congresso americano tem 45 dias para avaliar a iniciativa. No entanto, caso a retirada seja bloqueada pelos legisladores, Obama poderia vetar a decisão do Congresso. Segundo o jornal Washington Post, para ter a palavra final no assunto, o Legislativo teria que aprovar uma lei específica, o que é considerado improvável.

A lista de “patrocinadores do terrorismo”, à qual Cuba foi inserida em 1982, inclui também Irã, Síria e Sudão, acusados pelos EUA de “repetidamente prover apoio a atos de terrorismo internacional”.

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