Na semana passada o professor de capoeira Marcio Alves de Souza, concursado da prefeitura municipal de Cabrobó, foi à tribuna da câmara e relatou sobre a falta de dinheiro para ser investido nessa pratica cultural. O professor naquela oportunidade representava as vozes da periferia que não tem uma oportunidade, que gostaria de ser visto e fazer parte da programação esportiva do município.
Agora chegou a hora da prestação de contas com a sociedade, é preciso que a administração municipal diga a população quanto custou aos cofres públicos a copa TV grande rio. Enquanto um professor da área esportiva vai a tribuna da câmara e pede ajuda, enquanto milhares de jovens estão sendo destruídos pelas drogas por falta de investimentos na pratica esportiva, sobre tudo na periferia e em setores das camadas mais pobres da cidade, milhares de reais dos cofres públicos do município foram jogados fora em um copa que não contribui em nada na formação de novos valores no esporte de Cabrobó, nem tão pouco, no resgate de vidas que estão perdidas nos becos das drogas.
É preciso repensar a cerca dos investimentos no esporte de Cabrobó, fazer com que o futsal deixe de ser o único esporte, que todas as modalidades esportivas passem a fazer parte da lista de prioridades da administração, ouvir melhor aqueles que querem o bem das nossas crianças, jovens e adolescentes, a exemplo o professor Marcio Alves de Souza. A derrota da seleção de Cabrobó na final da copa TV grande rio, pode muito bem ser vista como o inicio da construção de uma grande vitoria para os jovens que estão abandonados na periferia.


se futsal não resolve nada . imagine capoeira .só que sou a favor somente os cabroboenses fazerem parte da nossa seleção
nenhuma porra dessa presta