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Didi Galvão

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Homem é morto por proibir amigos de usarem drogas na sua casa em Araripina

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Plantão Policial 2015

Um homem, de 28 anos, foi assassinado a tiros na madrugada desta segunda-feira (20) em Araripina, no Sertão pernambucano. Ele dava uma festa em sua casa e proibiu que um grupo de três amigos entre os convidados usassem drogas no local.

A vítima ainda chegou a ser socorrida, mas morreu a caminho da unidade hospitalar. Os suspeitos chegaram a ir embora após a confusão, mas retornaram armados e cometerem o crime. A polícia já tem a identificação dos autores que fugiram após o assassinato. O caso está sendo investigado.

Com informações do Portal – G1 Petrolina

Nota de Pesar do PT de Petrolina

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Nota pesar PT 1É com imensa tristeza que o PT de Petrolina manifesta sua solidariedade aos familiares e companheiros de luta e de partido do Deputado Estadual Manoel Santos, que faleceu nesse domingo, em São Paulo, após travar uma longa batalha contra um câncer no esôfago. Durante mais de 40 anos, Manoel de Serra, como era carinhosamente chamado, dedicou-se à luta dos trabalhadores da agricultura, iniciada ainda nos anos de 1970 ao ingressar na Ação Católica Rural. É incomensurável a contribuição de Manoel de Serra para a conquista de direitos dos trabalhadores, especialmente, os do campo, visto que sua trajetória política vincula-se à trajetória dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais, da CONTAG, da FETAPE, da CUT e do PT. Neste momento doloroso, renovamos a nossa crença e esperança na luta dos trabalhadores, e prestamos nossa solidariedade aos familiares e amigos.

Petrolina, 20 abril de 2015.

Vereadora Cristina Costa

Presidenta do DM

“O PT ganhou as eleições, mas perdeu a hegemonia política”, diz o presidente da Câmara

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Eduardo Cunha Presidente da Câmara faz duras críticas ao governo e diz que vai capitanear esforço concentrado para aprovação de uma reforma política no final de maio.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fez ontem (19) duras críticas ao governo petista. Em debate sobre saídas para a crise brasileira, no 14º Fórum de Comandatuba, Cunha disse: “Nunca houve um processo de coalização no governo petista. Sempre houve processo de submissão: ou você concordava em estar submisso ou não era aliado.”

O peemedebista disse também que o Brasil saiu diferente do processo eleitoral de 2014. “Foi a quarta eleição sob a égide do PT. A hegemonia eleitoral acaba dando condições para a hegemonia política. Mas, na última votação, apesar da vitória nas urnas, o PT perdeu as condições para a hegemonia política”, disse.

Segundo o deputado, há uma crise no presidencialismo brasileiro. “Se houvesse parlamentarismo, seriam outras soluções, e com mais facilidade”, frisou, sem entrar em detalhes, mas falando indiretamente sobre a tese de alguns analistas de que o enfraquecimento do governo Dilma está resultando, na prática, em um “parlamentarismo branco”, com o fortalecimento dos presidentes da Câmara e do Senado.

Cunha disse, ainda, que o orçamento impositivo liberou os parlamentares das “migalhas orçamentárias”. “Acabou a dependência que contaminou uma parte do parlamento. Diria que essa mudança é precursora da reforma política”, afirmou ele. Cunha voltou a dizer que dará prioridade a essa reforma, com uma semana de esforço concentrado previsto para o final de maio.

Terceirização – No seu pronunciamento, Cunha disse que não entende a razão de todo o embate em torno do projeto que regulamenta a terceirização no mercado de trabalho. E citou que há uma resolução do TST sobre o tema e uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que irá derrubar, por seis votos a zero, essa resolução do TST porque ela é muito precária. “Estamos dando garantias ao trabalhador, todos os direitos”, disse ele. O deputado disse que as centrais sindicais fazem proselitismo político com o assunto – e assegurou que na quarta-feira o projeto será votado.

Garota de 13 anos é morta a tiros por primo que teria tentado estuprá-la

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Uma adolescente de 13 anos foi assassinada a tiros na tarde do último sábado (18), na zona rural de Alagoa Grande (Agreste do estado da Paraíba, a 60 km de Campina Grande). A menor morava na cidade de Camutanga, em Pernambuco, mas tinha familiares na Paraíba. A suspeita é de que um primo da vítima tenha sido o autor do crime.

De acordo com informações da sargento Ana Lúcia de Figueiredo, da Companhia de Polícia Militar de Alagoa Grande, a adolescente foi atingida por tiros no tórax, braço e abdômen. Devido à gravidade dos ferimentos, a menina morreu antes mesmo de receber socorro.

“Ela estava numa casa do sítio Tambor com o suspeito, que segundo a avó da menina é primo da vítima, e depois por algum motivo saiu correndo pela estrada, como se estivesse pedindo socorro. A suspeita é de que o homem tenha tentado abusar dela ou até mesmo tenha conseguido estuprá-la, e ela tenha saído correndo para chamar ajuda. Mas o suspeito veio logo atrás, sacou uma arma e efetuou os disparos”, disse a sargento.

Ainda segundo a policial, o suspeito, que tem 40 anos, possui um histórico de violência contra menores. “Outra menina aqui da região já o denunciou de estupro há algum tempo, mas como não houve flagrante ele não foi preso”, informou.

Após atirar contra a adolescente, o homem fugiu em direção a um matagal. A polícia de Alagoa Grande pediu reforço ao Batalhão de Itabaiana e viaturas realizaram rondas nas proximidades do cenário do crime, porém o suspeito não foi encontrado. A sargento Ana Lúcia de Figueiredo informou que novas buscas serão realizadas esta semana.

O corpo da adolescente foi levado para o Departamento de Medicina Legal da cidade de Guarabira, onde passa por perícia. A polícia não divulgou se a análise dos peritos confirmou o abuso sexual.

Portal Correio PB

Salgueiro derrota o Sport por 2 a 0 e fica a um passo da final do Campeonato Pernambucano

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A torcida salgueirense compareceu em massa ao Estádio Cornélio de Barros (Salgueirão) na tarde desse domingo (19) e assistiu o time do Salgueiro derrotar o Sport por 2 a 0, ficando a um passo da inédita classificação para a final do Campeonato Pernambucano. Os gols foram marcados pelo zagueiro Rogério Paraíba, em duas cobranças de pênaltis. Embora o Sport tenha tido mais posse de bola e mais chances de gols, o Salgueiro levou a melhor.

Daqui a uma semana, próximo domingo (26), Sport e Salgueiro voltam a se enfrentar pelas semifinais do Estadual, em jogo na Arena Pernambucana, na Região Metropolitana de Recife. No jogo de volta o Carcará do Sertão pode perder por até um gol de diferença que mesmo assim se classifica para a final. Caso o Leão marque dois gols, a disputa vai para os pênaltis.

Na próxima quarta-feira, dia 22, o Carcará do Sertão enfrentará o Flamengo do Rio de Janeiro em um jogo histórico para a equipe sertaneja, no Estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro. O jogo é válido pela segunda fase da Copa do Brasil.

Correspondente/Salgueiro

Nova investigação sobre morte de Tancredo Neves pode estar a caminho após 30 anos

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Medicos e TrancredoTancredo em Brasilia

Aquela foi anunciada e prometida como uma cirurgia de rápida recuperação que, no máximo, adiaria a posse do primeiro presidente civil após 21 anos de ditadura militar, marcada para 15 de março de 1985. Mas ocorreu o imponderável. Um erro de diagnóstico de apendicite supurada e uma operação de emergência desnecessária, tumultuada não só pelo “espetáculo” aberto na cena política, mas por uma sucessão de atos médicos temerários que provocaram danos ao paciente. Começava ali um drama que teria como desfecho a morte de Tancredo Neves em 21 de abril de 1985. “Ele poderia ter tomado posse”, afirma o historiador e pesquisador médico Luis Mir, autor da obra O paciente. Trata-se de estudo único do caso, que durou 25 anos, respaldado em entrevistas com 42 médicos envolvidos, prontuários, diagnósticos, exames, cirurgias, procedimentos, rotinas e condutas no pré, intra, e pós-operatórios, e a evolução até o óbito de Tancredo. Trinta anos depois, ainda há lacunas em aberto: ninguém foi responsabilizado e paira o silêncio em torno do caso. “Vamos requerer a reabertura ao Conselho Federal de Medicina e aos conselhos regionais de São Paulo e do Distrito Federal. A sociedade tem o direito de conhecer os processos éticos e disciplinares das sindicâncias anunciadas à época”, diz. Segundo ele, esse requerimento deve ser feito nesta semana. “O paciente está morto. Mas a história é viva”, afirma Luis Mir, considerando a importância de se selar em definitivo o capítulo daquela que ele denomina “a tragédia médica” e, ao mesmo tempo, republicana. A empreitada junto aos conselhos de classe não será fácil: até hoje, foram frustradas as tentativas de acesso, inclusive da família de Tancredo Neves, ao teor desses documentos. Este é um caso em que o sigilo médico esbarra no interesse público. “Tancredo Neves não era um paciente comum nem um político comum. Era o chefe de Estado que comandaria a redemocratização”, afirma Mir, lembrando que a sua morte instalou uma crise política no país, sufocado por 21 anos de ditadura militar e horrores cometidos nos porões da tortura, enquanto a economia oscilava entre o milagre dos primeiros anos de chumbo e a recessão profunda, já no período final do regime.

O primeiro ato da agonia hospitalar de Tancredo Neves se iniciou na noite de 14 de março de 1985, véspera de sua posse na Presidência da República. Em janeiro daquele ano, ele havia derrotado Paulo Maluf no colégio eleitoral, após uma frustrada campanha que mobilizou o país pela restauração das eleições presidenciais diretas. Tancredo sentia fortes dores abdominais, que não tinham sido constatadas em exame de rotina feito um dia antes pelo clínico Renault Ribeiro e o cirurgião Francisco Pinheiro Rocha, que acompanhavam o caso. Chamados à Granja do Riacho Fundo, avaliaram o presidente e pediram novos exames. Tancredo foi convencido a se internar no Hospital de Base de Brasília para receber soro. Lá chegou por volta das 22h15. O caos se instalou. Com o hemograma à mão, Francisco Pinheiro Rocha comunicou à família que era necessário operar o presidente, imediatamente. Segundo ele, havia risco de morte. Seria uma cirurgia emergencial, de, no máximo, uma hora. “Queríamos levá-lo para São Paulo. Avisamos que conseguiríamos um jato executivo rapidamente”, lembra Aécio Neves, neto e então secretário particular de Tancredo. Mas os médicos rechaçaram a proposta: “Disseram que não se responsabilizariam, nem acompanhariam Tancredo no avião”, acrescenta Aécio.

Enquanto o debate político e o impasse institucional relacionado a quem seria empossado agitava a cúpula política que conduzia a transição democrática nas saletas e corredores do hospital, Tancredo Neves resistia a qualquer intervenção cirúrgica repetindo: “Deixem-me tomar posse e depois façam comigo o que quiserem”. A esposa, dona Risoleta, respeitava a decisão do marido. “Só será operado se ele quiser”, repetia ela. Mas insistindo no diagnóstico de apendicite supurada, os médicos convenceram a família. Ao mesmo tempo, Renault Ribeiro garantiu a Tancredo que a cirurgia e a recuperação seriam rápidas e que, em 24 horas, ele estaria em condições físicas de tomar posse.”O que nos foi informado, o clima, era da urgência de realização de uma cirurgia que seria simples”, conta Aécio.

A cirurgia era de urgência – e foi com esse argumento que os médicos responsáveis barraram a remoção de Tancredo Neves para São Paulo. Mas só se iniciou, de fato, à 1h10. Em meio a trombadas e confusões da equipe – e ao alvoroço dos políticos e curiosos que apinhavam o hospital –, houve desencontros e disputas dentro da equipe médica de todo tipo, até em torno de qual seria o bloco cirúrgico para o procedimento. Na antessala do centro cirúrgico, uma plateia seleta de parlamentares-médicos e ministros de Estado nomeados aguardava. “A certa altura, houve a possibilidade de invasão da sala de cirurgia até por médicos do próprio Hospital de Base de Brasília. Era impossível impedir a entrada das pessoas. Entre médicos e não médicos, chegaram a circular, no Centro Cirúrgico e dentro da sala de cirurgia, cerca de 60 pessoas. Quando se iniciou a operação, havia dentro da sala 25 pessoas. Um show, ruinoso para os médicos e para o paciente”, descreve o pesquisador.

 

Cássio Cunha Lima discorda de FHC e diz que há fundamento para impeachment de Dilma

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Cássio Cunha Lima critica gestão da economia

O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima, discordou, neste domingo, 19, da afirmação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) de que é precipitado falar em impeachment da presidente Dilma Rousseff porque não se pode falar sobre o tema apenas com base em teses.

Invocando o escritor Ariano Suassuna que dizia que não se fala de amigos pelas costas, Cunha Lima disse que não poderia ser diferente e, no segundo painel de debates do 14º Fórum de Comandatuba, frisou que discordava do presidente de honra do seu partido, na ausência dele. FHC saiu antes do final dos debates para uma viagem ao Rio.

“Vou discordar do presidente FHC e já que estamos na Bahia, apimentar o debate do impeachment.” Cunha Lima disse que, no seu entender, a presidente Dilma Rousseff descumpriu também o artigo 36 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Segundo o senador tucano, ao contrário do que disse FHC, “cuja matéria está repercutindo na imprensa nesta tarde de domingo”, Dilma incorreu em crimes de responsabilidade. E citou como exemplo o artigo 11 da lei de improbidade e os artigos 4 e 10 da lei que trata os crimes de responsabilidade. “Falo pela bancada que lidero no Senado, que o PSDB está fundamentando o pedido para o impeachment de Dilma.”

Cunha Lima discordou também do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que estava presente ao evento do Lide em Comandatuba, e disse que a “pedalada fiscal” detectada pelo Tribunal de Contas da União nas contas do governo federal de 2014 é outra fundamentação para a entrada de pedido de impeachment da petista.

Para o senador tucano, a pedalada fiscal do governo Dilma foi no mandato anterior e isso pode contaminar a atual gestão. Cunha Lima lembrou que muitos prefeitos já foram afastados por atos do gênero realizados em mandatos anteriores e frisou: “Não faltará coragem à oposição do Brasil para construir um País melhor.”

Em resposta ao senador, o presidente da Câmara voltou a falar em cautela e ponderação com relação ao tema. Assim como disse o ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso, Cunha disse que não se pode discutir apenas com base em tese. “Impedimento da presidente da República é coisa séria e aconteceu uma vez com motivações diferentes das de hoje. Em tese não posso discutir.”

Como chefe de poder (que pode decidir sobre a abertura de um processo do gênero) que vai analisar, tenho que ver o que diz a Constituição e vamos analisar a matéria com todo respeito”, disse Cunha.

Nota de pesar pelo falecimento do deputado estadual Manoel Santos (PT)

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“Foi com imenso pesar que recebi a notícia do falecimento do deputado estadual Manoel Santos. Manoel era um líder entre os trabalhadores rurais, uma referência na luta pelos direitos de homens e mulheres do campo. Deixa um importante legado de coerência e humildade. Que a família encontre a paz de espírito e o conforto necessários para atravessar este momento tão difícil”.

Senador Fernando Bezerra Coelho (PSB)

Divulgada a programação oficial do funeral do deputado Manoel Santos

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O corpo do deputado chega de São Paulo a Recife nesta segunda feira às 13h30. Às 14h30 ele será homenageado na Fetape (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco).

Às 16h30 o velório inicia nas instalações da Assembleia Legislativa de Pernambuco, onde se estenderá por toda a noite. Às 9h desta terça-feira (21), o corpo do deputado será levado para o cemitério Morada da Paz, em Recife, onde será cremado, como desejava o parlamentar após externar o pedido à família em vida.

Programação do féretro do Deputado Manoel Santos:

Segunda Feira – 20/04

10h : Saída de São Paulo.

13h30: Chegada em Recife.

14h30 Chegada na Fetape.

Rua Gervasio Pires

16h30: Saída em cortejo até a Alepe.

17h30: Chegada a Alepe.

Pernoite na Alepe

Terça Feira – 21/04

9h: Missa na Alepe

Após a Missa, deslocamento para o Cemitério Morada da Paz, onde o corpo será cremado.

Nota de pesar pelo falecimento do deputado estadual Manoel Santos (PT)

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Por determinação judicial Fernando Filho deve ser diplomado hoje (20)

“A notícia do falecimento do deputado estadual Manoel Santos entristece a todos nós. Era um homem comprometido com Pernambuco e, em especial, com os trabalhadores e trabalhadoras rurais. Deixa uma grande lacuna na política pernambucana. Que a família possa encontrar conforto e paz para superar este momento de tanta dor”.

Deputado Federal Fernando Filho (PSB)

Ministro Armando Monteiro lamenta o falecimento do deputado Manoel Santos

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Armando Monteiro - Ministro

Veja abaixo a nota enviada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, sobre o falecimento do deputado estadual Manoel Santos, do PT de Pernambuco:

Foi com profundo pesar que recebi a notícia do falecimento do deputado Manoel Santos.

Manoel foi um homem de lutas, que sempre se dedicou intensamente às causas que abraçou e que construiu uma trajetória marcante ao longo de sua vida, com passagem por entidades históricas como a Fetape, a Contag e a CUT.

Nos últimos meses, também enfrentou com rara coragem a doença que o acometeu. Quero, portanto, neste momento, levar meu abraço de solidariedade a toda a sua família por essa grande perda.

Armando Monteiro

Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

Deputado Odacy Amorim lamenta a perda do colega Manoel Santos

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Ipojuca - PE, 17/12/2013. Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de conclusão das obras da plataforma P-62 no Estaleiro Atlântico Sul. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O deputado estadual, Odacy Amorim (PT-PE), lamentou como todos os companheiros de partido, a morte neste domingo, 19, do colega de Assembleia Legislativa, deputado estadual Manoel Santos, líder do PT na Alepe. “Perdemos um grande homem público, respeitado e amado pelo povo pernambucano”, postou Odacy em suas redes sociais.

Manoel Santos lutava desde o ano passado contra um câncer de esôfago. Estava em tratamento em São Paulo e teve complicações após passar por uma cirurgia. Manoel era natural de Serra Talhada, sertão do Pajeú. Iniciou a vida pública como liderança sindical dos trabalhadores rurais no estado. Era casado e tinha 4 filhos. Estava no segundo mandato como deputado estadual. Confira a postagem completa de Odacy sobre o falecimento de Manoel Santos:

“Foi com muita tristeza que recebi a notícia do falecimento do companheiro e amigo deputado Manoel Santos. Perdemos um grande homem público, respeitado e amado pelo povo pernambucano. Que Deus console os familiares e a todos que tinham na figura de Manoel, um amigo verdadeiro e um defensor”.

Jorge Côrte Real: Nota de pesar do deputado Manoel Santos

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Jorge Côrte Real

“Pernambuco perdeu uma liderança neste domingo (19). Manoel Santos, o nosso Mané de Serra, deixa um legado para as próximas gerações, o da luta do homem do campo por justiça social. Sua história junto aos movimentos rurais comprova isso. Por onde passou, Manoel Santos deixou a sua marca, a exemplo da bela gestão na Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Pernambuco (Fetape). Transmito meu profundo pesar aos seus familiares e amigos e que Deus os conforte nesse momento de dor.”

Nota de pesar do deputado Miguel Coelho

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Com imenso pesar que recebi a informação sobre o falecimento do deputado estadual Manoel Santos. Trata-se de uma perda irreparável para nosso estado, principalmente, para milhares de trabalhadores do campo. A luta pelos agricultores sempre foi uma marca na trajetória política desse grande sertanejo, que não à toa ficou conhecido como Manoel da Contag, após dedicar anos em defesa da Confederação Nacional de Trabalhadores da Agricultura.

Recentemente, tive a oportunidade de ficar mais próximo do deputado Manoel Santos dividindo a Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa. Mesmo sofrendo os graves efeitos de um câncer, Manoel fez questão de participar da posse do colegiado e se colocar à disposição da comissão. Esse episódio mostra como era grande a força desse sertanejo e o tamanho de sua dedicação ao homem do campo.

Numa hora tão difícil como esta, faço questão de manifestar minha solidariedade à família e amigos de Manoel Santos e que Deus os conforte diante dessa perda tão dolorosa.

​Miguel Coelho, deputado estadual

Nota de pesar do Senador Humberto Costa

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Humberto Costa

Foi com imensa tristeza que recebi a notícia da morte do deputado estadual Manoel Santos. Mané, como costumava chamar, além de um amigo e companheiro de lutas sempre foi um exemplo. Ao longo de sua trajetória política, não foram poucas as vezes que vi Mané colocar em risco a sua própria vida para defender os trabalhadores rurais.

Manoel era negro, agricultor e começou a trabalhar cedo no campo. Dedicou a sua vida a defender aqueles que como ele enfrentaram as dificuldades para viver da agricultura familiar no País. O deputado foi um dos fundadores da CUT e do PT no Estado e foi um dos primeiros representantes dos trabalhadores rurais a conseguir um mandato na Assembleia Legislativa, onde sempre teve uma atuação de destaque, sabendo cobrar quando necessário, mas também negociar e defender aquilo que é importante.

Manoel deixará uma lacuna na política e uma grande saudade.

Humberto Costa

Líder do PT no Senado