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Didi Galvão

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Mais Médicos: 91% dos municípios tiveram todas as vagas preenchidas na 1ª chamada

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A demanda de 91% dos municípios que aderiram ao novo edital do Programa Mais Médicos foi integralmente atendida já com a primeira chamada de médicos com CRM Brasil. Dentre as 1.294 cidades, 1.181 conseguiram atrair profissionais para suprir 100% das vagas disponíveis no novo edital, lançado em janeiro. Outras 46 tiveram a solicitação parcialmente atendida e 67 municípios ainda não conseguiram atrair nenhum médico. Destas, 30 cidades não foram escolhidas por nenhum profissional dentre as quatro opções disponíveis. Apenas um, dos 12 Distritos Indígenas, não preencheu todas as vagas.

Das 4.146 opções disponíveis para os médicos, 3.936 já foram ocupadas. Ao todo, 1.227 cidades e 12 DSEIs atraíram médicos para ocupar integral ou parcialmente as vagas nas unidades básicas de saúde. Cerca de 50% (605) dos municípios escolhidos estão dentro do critério de vulnerabilidade social e econômico, como as cidades com 20% de sua população em extrema pobreza, com IDH baixo e muito baixo, localizadas no semiárido, Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Ribeira e nas periferias de capitais e regiões metropolitanas. Também foi garantida expansão para os distritos indígenas. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, avalia que os excelentes números de inscrição dos médicos e escolha de municípios demonstram a efetividade do Programa. “O Mais Médicos de fato está tendo uma resposta de credibilidade da população e dos gestores, que avaliam positivamente, além dos médicos que participam do Programa. Todos demonstram uma satisfação muito grande com o Mais Médicos”, comemora.

O Sudeste foi a região mais atendida: das 1.019 opções disponíveis, 1.010 foram preenchidas. No Sul, das 520 solicitadas, 504 foram ocupadas, seguido do Centro-Oeste, com 380 ocupadas entre as 393 disponíveis, do Nordeste, com 1.708, das 1.784 possíveis e do Norte que 303 profissionais para as 395 vagas apontadas pelos municípios. As 210 vagas disponíveis serão abertas para a segunda chamada de profissionais.

Confira a apresentação do Ministro.

Projeto reserva 50% das vagas para mulheres nas candidaturas em eleições proporcionais

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Ângela Portela

Bandeira da bancada feminina em 2015, a proposta de uma reforma política inclusiva começa a despontar no Senado. O primeiro projeto da atual legislatura voltado a esse propósito foi apresentado pela senadora Ângela Portela (PT-RR). O PLS 27/2015 traz mudanças relacionadas às questões de gênero na Lei Eleitoral (Lei 9.504/1997) e na Lei dos Partidos Políticos (Lei 9.096/1995). A reserva para as mulheres de 50% das vagas nas candidaturas às eleições proporcionais é uma das mudanças propostas.

O ponto de partida para defesa dessas medidas, conforme assinalou a senadora, foi a percepção da ineficácia da regra vigente para ampliar a participação feminina na política.

“Desde as eleições de 1998, vale entre nós a reserva de pelo menos 30% de candidaturas para cada um dos sexos. Na prática, contudo, partidos e coligações não se preocupam em atrair candidaturas competitivas de mulheres. Muitos cumprem sua cota com mulheres que não irão fazer campanha, ou seja, na verdade, com candidatas de fachada. Nessa situação, não surpreende que poucas sejam as mulheres eleitas a cada pleito.”, observou Ângela.

Reserva

Na perspectiva de reverter esse cenário, o PLS 27/2015 propõe nivelar o parâmetro de reserva de candidaturas nas eleições proporcionais (deputados federais, estaduais, distritais e vereadores) em 50% para cada sexo. Hoje, a Lei Eleitoral estabelece o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo. Pela proposta da senadora, o partido que descumprir o critério estabelecido no projeto poderá ter o registro de seus candidatos negado pela Justiça Eleitoral.

O texto do projeto estabelece ainda que partidos e coligações terão de dividir o tempo da propaganda eleitoral no rádio e na TV na proporção de candidatos de cada sexo. O PLS 27/2015 também propõe mudanças para a propaganda partidária gratuita. O objetivo é elevar dos atuais 10% para 50% o tempo mínimo que o partido deve reservar às mulheres para promoção e difusão da participação feminina na política.

O projeto também estabelece alterações a serem promovidas no fundo partidário. A intenção é ampliar a aplicação mínima, de 5% para 10%, das verbas do fundo destinadas à criação e manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres.

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) deverá se manifestar sobre a proposta em decisão terminativa, ou seja, se for aprovada e não houver recurso para votação pelo Plenário da Casa, deverá seguir para a Câmara dos Deputados.

MEC divulga resultado da segunda chamada do ProUni

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O Ministério da Educação divulgou hoje (19) a lista dos estudantes pré-selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni). A lista está na página do ProUni e nas instituições de ensino participantes do programa. Os candidatos têm até a próxima terça-feira (24) para comprovar nas instituições as informações prestadas no momento da inscrição.

É responsabilidade do estudante verificar nas unidades de educação superior os horários e o local onde deve comparecer. A perda do prazo ou a não comprovação das informações resultarão na reprovação do candidato. Entre o que deve ser apresentado estão um documento de identificação, comprovantes de residência, de rendimento dos estudantes e de integrantes do grupo familiar e comprovantes de ensino médio.

Quem não foi pré-selecionado na segunda chamada ainda poderá manifestar interesse em participar da lista de espera nos dias 2 e 3 de março, na página do ProUni.

Nesta primeira edição de 2015, o ProUni registrou 1.523.878 inscritos. São oferecidas 213.113 bolsas para 30.549 cursos em 1.117 instituições de ensino superior privadas.

O programa é destinado aos estudantes que querem concorrer à bolsa de estudos parciais e integrais em instituições particulares de educação superior, com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

PT não vai às ruas contra pedidos de impeachment no dia 15 de março

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albertocantalice

O PT tem pedido aos seus filiados e simpatizantes que eles não vão às ruas contra os protestos pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) que estão sendo convocados por setores da oposição para o dia 15 de março. A ideia é não fazer uma contraposição oficial ao movimento que o partido classifica como golpista.

A orientação tem partido do vice-presidente nacional e coordenador das redes sociais do PT, Alberto Cantalice, para quem o movimento é uma “quebra da legalidade em clara inspiração golpista”.

Em uma nota divulgada para os militantes, Cantalice diz que o PT não pode entrar no jogo dos adversários. “Cair nas provocações seria um erro crasso”, avalia.

Leia a íntegra da nota:

Companheiras e companheiros,

A oposição, derrotada no último pleito, teima em não descer do palanque e compreender que as eleições acabaram.

Alguns mais afoitos pregam a quebra da legalidade em clara inspiração golpista e estimulam convocações de rua no intuito de nos emparedar.

De outro lado, não podemos em hipótese alguma entrar no jogo dos adversários. Por isso, NÃO estamos convocando nenhuma manifestação para nos contrapormos aos tais atos convocados para o dia 15 de março.

Cair nas provocações seria um erro crasso!

Estamos sim vigilantes e firmes na defesa das conquistas sociais desses 12 anos e pelo respeito aos mais de 54 milhões de brasileiras e brasileiros que sufragaram o nome da Presidenta Dilma Rousseff.

Alberto Cantalice, vice-presidente e coordenador de Redes Sociais

Recesso de 11 dias dos parlamentares custará R$ 279,1 mi aos cofres públicos

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Senado vazio

A tarde de ontem quarta-feira de Cinzas é o momento de voltar ao trabalho para grande parte dos trabalhadores brasileiros. Mas, para a maioria dos parlamentares no Congresso, foi apenas mais um dia de folga. O prejuízo fica para o contribuinte: de acordo com levantamento da ONG Contas Abertas, será de cerca de R$ 279,1 milhões.

O cálculo é baseado no Orçamento para a Câmara e o Senado neste ano. As duas Casas têm previsão de gastar, juntas, R$ 9,3 bilhões — cerca de R$ 25,4 milhões por dia. Como a maioria dos parlamentares está de folga desde a última sexta (13), e não há sessões deliberativas até a próxima terça-feira, o contribuinte terá que arcar com cerca de 11 dias de descanso para as excelências.

O plenário da Câmara, por exemplo, estava fechado ontem. Por conta de requerimento apresentado pelos líderes da Casa, não haverá sessões plenárias durante esta semana. Também não houve nenhum tipo de controle de presença para os deputados. Normalmente, os parlamentares são identificados por biometria ou têm a presença confirmada em uma das portarias da Casa, mas, por ordem da Secretaria-Geral da Mesa Diretora da Casa, o sistema de identificação, que funciona de segunda a sexta-feira, foi desativado durante a semana de carnaval.

TCU contraria governo e alerta para risco de falta de energia

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O ano mal começou, mas os impactos da falta de chuvas acenderam o alerta para um possível desabastecimento de energia no país em 2016. De acordo com o relatório de uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) junto aos organismos de controle e operação do sistema elétrico nacional, aprovado no dia 4 deste mês, o risco de déficit de geração de energia no ano que vem seria de 8,13%, acima portanto do limite máximo de segurança de 5% estabelecido para o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Em 2017, o risco subiria para 9,74%.

Os números oficiais divulgados pelo ONS, no entanto, apontam que os riscos de déficit para o mesmo período estão dentro dos limites de segurança. De acordo com o Plano da Operação Energética do órgão, o risco é de apenas 2,2% para o próximo ano e de 4,2% para 2017 no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o principal do país.

Para especialistas em energia, as projeções feitas pelo TCU são até modestas perto do risco real vivido pelo país. O Diretor do Instituto de Desenvolvimento Estratégico para o Setor Energético (Ilumina), Roberto D’araújo, explica que há equívocos nos cálculos feitos pelo ONS para estipular a quantidade de água necessária para geração de energia no Brasil.

“Se somarmos a reserva de energia das regiões que mais consomem no país e dividirmos pela carga que elas geram, vamos concluir que só temos o suficiente para o próximo mês. Um problema sério dos cálculos é contabilizar anos como 1983, em que choveu muito acima da média. Não é possível considerar períodos como esse dentro da média histórica”, alerta.

Outra grande preocupação de estudiosos do setor é a falta de incentivos das autoridades quanto ao uso inteligente da água e da energia. O Coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde José de Castro, explica que a conscientização da população é a única medida de curto prazo que pode amenizar o problema.

“O déficit energético já ultrapassou o limite dos 5% porque estamos vivendo a pior crise hidrológica dos últimos 80 anos. O TCU cumpre o papel de fiscalizar os órgãos gestores de energia, mas nesse momento não há alternativa a não ser manter as termoelétricas funcionando a todo vapor. Todas as médias históricas indicaram que as chuvas chegariam, mas isso simplesmente não está acontecendo”, ressalta Castro.

Segundo o TCU, a indisponibilidade de boa parte da capacidade de geração térmica no país também é responsável pela crise. Dos 20.208 MW da capacidade térmica instalada apenas 16.324 teriam sido efetivamente produzidos em agosto de 2014.

Responsáveis pela segurança energética estão sob pressão

Os órgãos responsáveis pela segurança energética do país – Ministério de Minas e Energia (MME), Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico ( CMSE) – estão sob pressão do Tribunal de Contas da União (TCU) desde maio do ano passado, quando foi publicado um relatório da auditoria realizada pelo órgão sobre a segurança energética no país.

O relator do processo, ministro Augusto Sherman, havia pedido explicações sobre quais providências estariam sendo tomadas desde 2012 para evitar apagões, quando, segundo ele, surgiram os “primeiros indícios de desequilíbrio estrutural entre capacidade de geração e consumo”. Para tal, os órgãos deveriam desenvolver estudos e apresentar respostas a uma série de questionamentos. A maior parte deles não foi respondida pelo MME.

Ainda no documento publicado, o TCU esclarece que suas auditorias operacionais estão amparadas por lei e que não invadiu a competência do MME, somente fez as exigências por se tratar de um assunto que “põe em risco a segurança energética do país”.

Em reunião no início deste mês,os ministros decidiram que o MME tem um prazo de dez dias, a contar do recebimento de notificação, para justificar o não cumprimento das exigências de informações. Caso o novo prazo não seja cumprido, o secretário-executivo do ministério, Márcio Zimmermann, poderá ser multado.

O MME informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda não havia recebido a notificação até a última sexta-feira, véspera de Carnaval. A reportagem tentou contato com a EPE, o ONS e o CMSE, mas não teve retorno até o fechamento desta edição.

Fernando Bezerra Coelho leva PSB a ajudar a detonar CPI

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O processo de reaproximação do PSB com o governo federal – defendida por parte da legenda e pela maioria dos governadores do partido, empossados em 1º de janeiro – ainda está em fase de gestação, mas já assegurou uma vitória para o Palácio do Planalto. Quatro dos seis senadores socialistas não assinarão o requerimento de criação da CPI Mista da Petrobras, o que inviabiliza os esforços conduzidos pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). Um dos principais artífices da reaproximação do PSB ao governo é o senador Fernando Bezerra Coelho. No entanto, ele nega que tenha condicionado o movimento da bancada de senadores do partido contra a CPMI a uma possível ajuda financeira.

“O senador Fernando Bezerra Coelho não negociou qualquer acordo de apoio ao governo federal”, disse, por meio de nota, acrescentando que “a atração de recursos para Pernambuco é um compromisso do senador e não está sujeito a acordos”. A retomada do namoro também pode trazer benefícios para o PSB. Os governadores do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e de Pernambuco, Paulo Câmara, torcem por uma ajuda federal para os combalidos cofres estaduais.

Apenas os senadores Roberto Rocha (PSB-MA) e Romário (PSB-RJ) assinarão o requerimento de criação da CPMI. Antônio Carlos Valadares (SE), Lídice da Mata (BA), João Capiberibe (AP) e Fernando Bezerra Coelho (PE) não apoiarão a comissão. “Existem investigações em curso feitas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal”, justificou o senador pernambucano. Para o tucano Cássio Cunha Lima, sem o apoio do PSB do Senado para assinar o requerimento, a criação da CPMI da Petrobras tende a naufragar. “Sairemos de 23 assinaturas para 26, porque ainda temos também o apoio do Randolfe (Rodrigues, do PSol-AP), mas o número não será suficiente porque precisaríamos de mais uma assinatura”, lamentou.

Correio Braziliense

STF deixa João Paulo Cunha cumprir pena em casa

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O ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu ontem (19) ao ex-deputado João Paulo Cunha (PT-SP) o direito de deixar a cadeia e cumprir o restante da pena em regime domiciliar. Atualmente, ele está em regime semiaberto, em que o condenado pode sair durante o dia para trabalhar e voltar para a prisão à noite, para dormir. A audiência na Vara de Execuções Penais (VEP) para oficializar a troca de regime poderá ocorrer na próxima semana.

Na semana passada, o petista enviou ao STF comprovante do pagamento de R$ 531,4 mil aos cofres públicos, a título de reparação pelos desvios ocorridos na Câmara dos Deputados quando ele presidia a casa, entre 2003 e 2005. Antes disso, ele já tinha comprovado o recolhimento de R$ 5 mil, totalizando o valor da multa devida.

Esse era o último requisito que faltava para ocorrer a progressão de regime. João Paulo foi condenado a seis anos e quatro meses por peculato e corrupção passiva. Já cumpriu um sexto da pena, porque estudou e trabalhou desde que foi preso. Segundo a legislação penal, cada três dias de trabalho ou estudo diminui um dia da pena total. A lei também exige para condenados por peculato a devolução dos recursos desviados.

Na última sexta-feira (13), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou parecer ao STF recomendando a transferência para a prisão domiciliar. Outros presos no mensalão já trocaram o regime semiaberto pelo domiciliar. É o caso do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, do ex-presidente do partido José Genoino e do ex-deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP).

João Paulo fez o pedido de progressão de regime em dezembro. A defesa apresentou um recibo comprovando o recolhimento de R$ 5 mil aos cofres públicos. O restante seria negociado com a União. Barroso negou o benefício. Explicou que a Advocacia Geral da União precisaria ter homologado um acordo desse tipo, o que não ocorreu. Embora não tenha conseguido a progressão de regime em dezembro, João Paulo obteve autorização do STF para passar as festas de fim de ano com a família, em São Paulo, por até sete dias.

Na semana passada, o ex-deputado fez outro pedido ao STF: queria voltar a cursar Direito em uma faculdade de Brasília. Ele já trabalha durante o dia em um escritório de advocacia. No período da noite, das 19h às 23h, antes de voltar para a prisão domiciliar, ele estudaria. Essa decisão deverá ser tomada pela VEP.

No regime domiciliar, o preso deve ficar em casa das 21h às 5h. Nos domingos e feriados, fica proibido de sair de casa. O preso nessa condição é proibido de andar em companhia de outras pessoas que também estejam cumprindo pena, não pode portar armas, fazer uso de bebidas alcoólicas ou frequentar bares.

Agnelo ameaça o PT; ex-governador pode ser uma dinamite em contagem regressiva

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De acordo com a coluna de Felipe Patury, da Revista Época, o ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz vem ameaçando o PT por meio de recados nada amistosos, caso ainda persistirem na ideia de defenestrá-lo. O ex-governador prometeu contar histórias avassaladoras sobre os líderes nacionais do partido.

Não afirmo, mas também não duvido que recursos do GDF foram injetados na conta do PT nacional. Os rombos nos cofres públicos do governo, bem como o surgimento de várias denúncias corroboram a minha tese.

Agnelo pode ser uma dinamite na mesa da executiva nacional do PT. Suspeito – não estou afirmando – que o ex-governador tem envolvimento e sabe com detalhes do esquema de corrupção na Petrobras.

Não concordo com o repúdio do PT a Agnelo. Ora, não foi a legenda que comprou a briga e preteriu nomes mais antigos, como o de Geraldo Magela, em favor do então ministro dos Esportes na eleição de 2010? Assumam que o “filho” é de vocês!

Agnelo tem pai (PT), padrinho (Lula) e madrinha (Dilma). Não venham agora querer abortá-lo e tratá-lo como um leproso, como se não tivessem nada haver com o desastroso governo dele no DF.

Fonte: Blog do Fred Lima

Oposição quer que o Ministro da Justiça Eduardo Cardozo seja investigado na operação Lava Jato

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A oposição quer que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, tenha a conduta na Operação Lava-Jato investigada pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República. O chefe da Polícia Federal está sob pressão depois da divulgação de um encontro dele com advogados da empreiteira Odebrecht, suspeita de participação no esquema de propinas na Petrobras. No domingo, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa havia pedido a demissão do petista. Ontem, foi a vez do líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR). “Uma autoridade não pode se reunir com organizações criminosas que assaltaram a Petrobras”, atacou.

Cardozo diz que não há indícios contra presidenta e diretores da Petrobras
Bueno e o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), estudam pedir a convocação de Cardozo na CPI da Petrobras. O deputado cobra ainda que ele seja investigado pela Comissão de Ética da Presidência. “Queremos convocar o ministro para que ele possa prestar esclarecimentos diante das versões contraditórias apresentadas até agora”, disse o senador ao jornal O Globo. “Podemos chamar na CCJ ou na de Fiscalização”, antecipou.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), defendeu o correligionário. “A quem interessa a demissão de um ministro da Justiça independente chefe de uma Polícia Federal que apura o que tem que apurar, sem interferências?”, questionou o senador em uma rede social. A presidente Dilma Rousseff declarou duas vezes ser preciso “saber investigar” e que as empreiteiras da Lava-Jato são importantes para a economia nacional.

O governo federal atua para que elas não entrem em processo de falência — o que colocaria em risco obras de infraestrutura. Em nota endossada pela Odebrecht, o Ministério da Justiça diz que Cardozo fez sua obrigação ao receber advogados, pois isso é uma previsão legal. O encontro de 5 de fevereiro, teve a presença do vice-presidente jurídico da empresa, Maurício Ferro. Defensores da empreiteira disseram que pediram a audiência formalmente e protocolaram, sob sigilo, uma representação e um pedido de certidão. Se não obtiver a certidão, a construtora deve ir à Justiça.

Para Lula: Só acordo com Cunha salva Dilma

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lula dilma e pt

Se levar em conta os conselhos que recebeu do ex-presidente Lula numa conversa em São Paulo na quinta-feira antes do Carnaval, o primeiro passo pós-folia da presidente Dilma Rousseff será tentar um acordo de convivência com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Mas um acordo para valer. Não uma foto protocolar como a que foi tirada numa reunião há duas semanas, após Cunha derrotar o Palácio do Planalto na eleição para a presidência da Câmara…

Lula disse a Dilma que, para recuperar o controle do Congresso, precisará de um acordo com o presidente da Câmara, já que ela tem um bom entendimento com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Lula lembrou que, em 2005, quando Severino Cavalcanti (PP-PE) se elegeu presidente da Câmara, ele o recebeu para uma conversa no Palácio do Planalto e fizeram um acordo. “Tive a humildade de ir falar com ele”, teria dito o ex-presidente.

Logo após a explosão do escândalo do mensalão, Lula se acertaria com a então parcela oposicionista do PMDB. Portanto, o desafio é um acordo real com Cunha e o PMDB, que ainda não aconteceu desde a derrota na eleição para a presidência da Câmara.

Sem um acordo com Cunha e o PMDB, com uma nova CPI da Petrobras adiante, com o isolamento do PT no Congresso e com a possibilidade de a oposição ficar com comissões importantes na Câmara, há possibilidade de o governo não aprovar as medidas do ajuste fiscal. E isso pioraria a situação do governo.

Daí essa ser a prioridade do Palácio do Planalto, algo que demanda uma correção dos erros na política para ajudar na economia. Governadores e prefeitos também enfrentam situação de caixa complicada neste início de ano e têm tomado medidas de controle de gastos.

Lula aconselhou Dilma a buscar o apoio de governadores e prefeitos para fazer pressão sobre o Congresso a fim de ajudar a aprovar as medidas do pacote fiscal. Eles ajudariam. Mas é a presidente que tem de fazer o principal lobby a favor das medidas.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e outros colegas também terão de entrar na briga. Levy já vem dando declarações defendendo a importância do ajuste. O Levy e outros ministros da área econômica terão que atuar no Congresso porque se deixarem apenas a cargo da articulação política é grande a chance de dar errado.

A presidente também precisa, com maior frequência, vir a público defender as suas medidas. Não basta um discurso por mês, ora na reunião ministerial, ora num pronunciamento. É um trabalho que ela tem de fazer todo cotidianamente, entrando em contato com os líderes aliados no Congresso e vendendo o seu peixe. Só melhorando a economia a presidente terá chance de terminar bem o mandato.

Com informações do Blog do Edson Sombra

Acidente de transito agora a pouco próximo ao canal da transposição em Cabrobó deixa uma pessoa morta

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Acidente br 428

Por volta das 19:00 horas, desta quarta feira (18), na altura do Km 30, BR 428, Município de Cabrobó já nas imediações do canal da transposição, o motorista de um veículo Paraty, perdeu o controle e bateu na traseira do reboque de uma caminhonete D-20. O motorista da Paraty, Claudio Rodrigues da Silva, 37 anos de idade, deu entrada no hospital de Cabrobó por volta das 19:30 horas, o mesmo foi atendido e aguarda a liberação da senha para ser transferido para um hospital de Petrolina. No veiculo estava o pai de Claudio, o Sr. Antonio Jerônimo da Silva, 90 anos de idade, o mesmo foi atendido no hospital de Cabrobó e transferido imediatamente para um hospital de Petrolina, devido a gravidade dos ferimentos já chegou a noticia no hospital que o mesmo não resistiu e faleceu na estrada.

O motorista da D-20, Daniel Nicolau da Silva, 29 anos de idade, também foi atendido no hospital de Cabrobó, esse com ferimentos leves e está em observação. A equipe de profissionais do hospital de Cabrobó está no aguardo da liberação da senha para proceder com a transferência de Claudio, também chegou a informação na administração do hospital de Cabrobó, que a ambulância que levava o Sr, Jerônimo já de volta com o corpo do mesmo.

Concurso Público: 100 vagas para cargo de delegado na Polícia Civil de Pernambuco

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Concurso público Delegado

Chegou à vez para quem sonhou em ser Delegado de Policia Civil, O estado de Pernambuco, abre 100 vagas para o cargo de Delegado da Polícia Civil (PCPE), a partir de hoje quarta-feira (18), já está disponível o novo concurso público com 100 vagas para o cargo de delegado.

As oportunidades serão distribuídas por todo o estado. Aprovados receberão remuneração de R$ 9.069,81, para jornada de trabalho de 40h semanais. As inscrições abrem hoje e seguem até as 23h59 do dia 29 de março, pelo site da banca organizadora, o Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco (IAUPE). A taxa de participação é de R$ 138.

Para participar, candidatos devem possuir diploma de nível superior em direito. O certame é composto por prova objetiva e discursiva, teste de capacidade física, avaliação psicológica, exame médico e investigação social. Aprovados também realizarão curso de formação profissional. As primeiras provas estão previstas para 26 de abril. O concurso é válido por dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período.

Dilma vai se reunir com o Conselho Político nos próximos dias

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Segundo informações do Jornal O Globo, a Presidenta Dilma Rousseff (PT), deve reunir o Conselho Político nos próximos dias. A Presidenta estava descansando na base naval de Aratu, que fica em território baiano. A decisão da Presidenta veio logo após o retorno de cinco dias de descanso. Ainda não se sabe a pauta da reunião, no entanto, tudo leva a crer, que o relacionamento do Executivo com o Congresso será um deles, possivelmente as manifestações que vem sendo organizada pela internet para o dia 15, também posa ser incluído na pauta do Conselho político.

O Conselho Político é formado pelos ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil); Pepe Vargas (Secretaria de Relações Institucionais); Jaques Wagner (Defesa); José Eduardo Cardozo (Justiça); e Miguel Rosseto (Secretaria-Geral da Presidência).

Joaquim Levy diz que Brasil deixa medidas anticíclicas para trás e que confia em recuperação

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Joaquim Levy

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou nesta quarta-feira (18) que o Brasil está deixando as medidas anticíclicas para trás e que a política monetária vai se tornar mais restritiva “mais cedo ou mais tarde”.

Em apresentação realizada em Nova York, Levy reafirmou o compromisso com o rigor fiscal e com a meta de superávit primário equivalente a 1,2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.

“Estamos apenas deixando de lado estas medidas anti-cíclicas, e isso vai nos colocar em situação melhor”, disse ele em sua primeira apresentação a investidores nos Estados Unidos.

Levy disse estar confiante na economia brasileira, apesar de compreender os temores dos investidores.

“Não estou fazendo de conta que vocês não deveriam estar preocupados com a situação fiscal”, disse. “Estou confiante que nós iremos colocar a casa em ordem e voltaremos ao caminho do crescimento.”

O déficit fiscal do Brasil aumentou, se tornando um dos maiores do mundo, aumentando o risco de que o país possa perder sua classificação de grau de investimento por agências de rating.

Uma série de desonerações tributárias e gastos custaram ao governo federal 104 bilhões de reais em receita no ano passado, ou cerca de 2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), disse o ministro.

Levy já aumentou impostos e limitou os gastos públicos para cobrir o déficit orçamentário total, que inclui o custo do serviço da dívida e dobrou no ano passado para 6,7 por cento do PIB, um dos maiores entre as grandes economias, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Levy terá desafios relevantes para melhorar as contas públicas do Brasil. Um deles será convencer o Congresso Nacional a aprovar uma controversa série de mudanças nas regras de acesso a benefícios trabalhistas, como seguro-desemprego e abono salarial, com as quais o governo espera economizar cerca de 18 bilhões de reais por ano.

Aos investidores, o ministro comentou estar confiante de que o governo terá o apoio adequado do Congresso para aprovação de medidas necessárias para realizar o ajuste fiscal.

Ele ressaltou que a relação entre dívida bruta e PIB do Brasil subiu recentemente, mas salientou que parte disso se refere a acumulação de ativos e que esse aumento não foi incomum quando comparado a outros países.