Reoneração do diesel: Ministro diz que medida não aumentará preço, mas quem acredita?

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Por: Mayko Andreholli

A recente decisão de reonerar o diesel no Brasil está gerando preocupações quanto a um possível efeito cascata nos próximos meses. O governo anunciou a retirada da isenção tributária sobre o diesel como parte de medidas para equilibrar as contas públicas e enfrentar desafios econômicos.

A partir desta segunda-feira (1), o governo federal retoma a cobrança integral do PIS/Cofins sobre o diesel. Serão cerca de R$ 0,35 por litro de óleo diesel.

A reoneração, que implica no retorno da cobrança de impostos sobre o diesel, pode impactar não apenas o setor de transporte, mas diversos segmentos da economia. O aumento nos custos do diesel é um fator crítico, uma vez que esse combustível é essencial para o transporte de mercadorias em todo o país.

No último dia 26, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a reoneração não deve encarecer o produto para os consumidores que pagam pelo litro nos postos de abastecimento. Segundo ele, o aumento da carga tributária que incide sobre o diesel será amenizado pelas reduções de preço já anunciadas pela Petrobras.

Especialistas alertam para o possível efeito cascata, onde o aumento nos custos do diesel pode se refletir nos preços de diversos produtos e serviços, afetando a inflação e o poder de compra dos consumidores. Setores como agricultura, indústria e comércio, que dependem fortemente do transporte rodoviário, podem enfrentar desafios adicionais.

A cada mês é uma nova cobrança, o governo do amor, tem saído muito caro para a população, pois quem menos tem poder aquisitivo é diretamente afetado por todo e qualquer imposto. Lembrando que nada que Haddad ou Lula falam, devem ser ouvidos ou lidos com atenção, pois geralmente semanas depois acontece justamente o contrário.

Então o ministro diz que mesmo retomando a cobrança integral do PIS/Cofins sobre o diesel, o consumidor não será afetado, mas quem acredita?

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