Os vereadores protocolaram representações junto ao Procurador Geral do Ministério Público de Pernambuco, Aguinaldo Fenelon e à Polícia Federal, denunciando o prefeito da cidade Bruno Martiniano (PTB), o prefeito de Gravatá e sua esposa teriam adquirido bens incompatíveis com suas rendas, durante a gestão do Prefeito à frente da Prefeitura de Gravatá. Para tanto, afirmam os vereadores que o prefeito de Gravatá teria ganhado 48 lotes de propina no loteamento Baraúna, após ter aprovado o projeto para loteamento do mesmo e colocou os 48 lotes no nome de seu sogro, o Sr. Paulo Roberto Mello Carvalho fazendo em seguida uma procuração (em anexo) dando plenos poderes ao Prefeito. O mesmo aconteceu com a compra de um apartamento nº 2202 do Edf. João Heraclio na Avenida Boa Viagem, 342, onde o Prefeito comprou em nome do seu secretário de obras o Sr. Marcus Tulius de Barros Souza e ao mesmo tempo passando uma procuração especifica (em anexo) dando plenos poderes a esposa do prefeito Sra. Paula Regina Carvalho Martiniano Lins.
Um pedido de instalação de CPI, para investigar as denúncias apresentadas pelos vereadores de oposição, em Gravatá, encontra-se pendente de despacho do presidente da Câmara desde agosto deste ano, sem qualquer pronunciamento. sendo que o Presidente da Câmara de vereadores de Gravatá Sr. Pedro Martiniano é irmão do Prefeito Bruno Martiniano e de forma arbitraria não quer instaurar a CPI para investigar as denuncias e a vasta documentação que comprova as transações e irregularidades do Prefeito e sua esposa que também é secretária de Ação Social.
As denúncias, todas acompanhadas de farta documentação, envolvem desde terrenos em Gravatá, um apartamento de luxo na Av. Boa Viagem, flats, contas bancárias de empresas e até um automóvel Mercedes Bens, que ficaria guardado na garagem de um edifício de luxo no Recife. Parte da documentação entregue às autoridades pode ser conferida em anexo.
