Dilma cobra lealdade aos aliados

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A presidente Dilma Rousseff cobrou ontem “lealdade” dos aliados para uma campanha “que exigirá muito” neste ano. Em discurso na convenção do PSD que selou o apoio à sua reeleição, ela declarou: “Engana-se quem defende a tese de que não há compatibilidade entre a lealdade a política. Tem uma espécie de esperteza que tem vida curta. A política que aprendi a praticar ao longo da minha vida desde a minha juventude, que me levou inclusive à prisão, ela implica em construir relações que sejam baseadas, como disse muito bem Guilherme Afif Domingos, não em conveniências, mas em convicções”, disse a presidente.

Em seu discurso, Dilma pediu serenidade para que os aliados não aceitem “provocações que buscam rebaixar o nível do debate, que buscam acirrar o antagonismo”. “Quem precisa fazer campanha negativa é quem não tem projetos, quem não tem propostas para o País, quem não tem o que mostrar”, atacou.

Dilma também alfinetou os adversários que defendem o discurso da mudança. “Ninguém pode achar que encerrou a mudança”, declarou. “Quem pode fazer mais é quem fez mais até agora, somente quem fez transformações rápidas e profundas pode garantir um ciclo ainda mais rápido e duradouro de mudanças”, emendou. Além do PSD, o PP também oficializou o apoio a Dilma.

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