Eleições 2024: o que esperar das majoritárias e conjunturas políticas?

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Existe um dito popular no meio político que fala: “terminada uma eleição, já se começa a pensar na próxima”, resumindo, passada a eleição de 2022 já se começa a trabalhar a eleição de 2024. E com esse pensamento, é nítido que ainda em 2023 já existe peças mudando de lado ou quase mortas nesse tabuleiro chamado conjuntura partidária municipal.

Muitos prefeitos do sertão de Pernambuco e Bahia, estão em seu segundo mandato consecutivo, logo, não podem disputar a reeleição, dessa forma será necessário indicar alguém de confiança dentro do grupo, ou buscar um nome forte na oposição.

Ainda em 2022 muitas mudanças foram recebidas com surpresa em vários municípios da região, vices que se afastaram do prefeito(a) –ou foram convidados a se afastarem–, vereadores saíram da base aliada e agora marcham na oposição, e vice-versa, vereadores da oposição agora estão na situação, e a tendência ao longo de 2023 é de que muitas peças ainda serão movimentadas e consequentemente algumas serão descartadas.

Num tabuleiro de xadrez é comum o jogador ‘sacrificar’ alguns peões para promover uma jogada bem maior, e continuar protegendo a rainha, na política acontece o mesmo (as vezes), alguns aliados são rifados ou postos fora do embate político, para que o grupo tenha mais ‘saúde’ e assim brindar a majoritária.

Mas com todas essas peças sendo movimentadas e descartadas, como serão formadas as majoritárias em 2024, e como essas conjunturas partidárias irão sobreviver?

1 COMENTÁRIO

  1. Pressupõe-se que, quando os prefeitos titulares não têm mais direito à reeleição, o mais óbvio é sugerirem o seu vice ou até mesmo o presidente da câmara de vereadores de seus municípios a concorrerem ao mandato de prefeitos com seus apoios, deixando a indicação do vice prefeito, para um partido adversário seu mais que esteja insatisfeito com o grupo político que lhe faz oposição. Também, tem a possibilidade de indicarem um candidato a prefeito, que foi prefeito e é seu padrinho político, ou até mesmo um deputado estadual com mandato, sem mandato, porém bem votado no município, ou até mesmo o vice governador(a) do estado. São muitas e incontáveis possibilidades à serem estudadas.

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