Embora a Operação Ponto Final da Polícia Civil – que levou 10 vereadores para a prisão – tenha focado no projeto que previa a implantação de um BRT (Bus Rapid Transit) em Caruaru, orçado em R$ 250 milhões, o inquérito deixa claro que os vereadores envolvidos no escândalo de compra de apoio na Câmara também atuaram em outras ocasiões.
Em seu despacho, acatando integralmente as denúncias do Ministério Público e determinando a instauração de ação penal contra os acusados, o juiz Pierre Souto Maior cita o projeto de Atualização do Cadastro Fiscal e outras Tecnologias (PMAT) e o que previa a licitação para o transporte público no município.
Com informações do NE10
