Depois do desgaste político, foi a vez de o governo decretar oficialmente na quarta-feira, 18, o “funeral” da Kombi. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) recusou o pedido da Volkswagen e do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC para que a indústria continuasse a fabricar por mais dois anos o modelo sem incluir airbag e freio ABS.
A decisão unânime do conselho sepultou, na prática, a sobrevida da Kombi até o fim de 2015. O fim da fabricação não significa o término das vendas, uma vez que há estoques. Todos os carros fabricados no País a partir de 1º de janeiro vão ter de sair das montadoras com os dois itens de segurança.
