Bagaço de cana
Já utilizado em carros japoneses para revestimento interno de bancos e laterais de automóveis. O bagaço de cana, juntamente com caixinhas longa-vida e serragem de pinus, vira também matéria prima para peças internas de automóveis, como encaixes de cinzeiros e suportes de rádio.
Óleo de cozinha usado
Pode ser transformado em biodiesel, sabão, etc. Uma alternativa para as lanchonetes que utilizam frituras podendo estender seus ganhos.
Ferro-velho colorido
Processo pelo qual microorganismos extraem corantes de sucata. Foi descoberto por empresa israelense e batizado de bio-oxidação. Restos de ferro são transformados em pigmentos de diversas cores. O processo, além de ser econômico, não contamina o meio ambiente sendo três vezes mais rápido que os tratamentos químicos de oxidação. Os corantes produzidos são utilizados em tintas, material de construção, plásticos, cosméticos e alimentos.
Adoçante de milho
O milho pode ser processado para extrair álcool. As fibras remanescentes é matéria-prima do adoçante dietético xilitol. Esse tipo processamento é realizado nos Estados Unidos. O xilitol tem três vezes menos calorias que o açúcar comum, gosto mentolado e propriedades que evitam a formação de placas bacterianas nos dentes.
CD’s + tampinhas de garrafas plásticas + calças jeans
Esse coquetel pode ser utilizado na reciclagem para constituição de painéis e/ou sistema de aquecimento e refrigeração de automóveis. O isolamento térmico e acústico, entre a carroceria e o acabamento interno, é feito de jeans velhos e outros tecidos usados. A União Européia já obrigam as montadoras de automóveis, a utilização de 85% da composição de um carro de material reciclável a partir de 2006.
Na próxima semana, exatamente na quarta-feira, estaremos abordando mais sugestões de transformar o lixo no luxo.
