O período de folia de momo é aproveitado intensivamente pelos brasileiros. Muita gente aproveita o feriadão para garantir a curtição prolongada. Mas, como nem só de folia vivem os políticos, o período pôde ter sido aproveitado por algumas lideranças terranovenses para pôr os devidos pontos nos i´s.
É que, durante o sábado de carnaval, um encontro um pouco improvável, pode mexer com o cenário político municipal. Eis que o atual prefeito Laerte Freire (PR) e seu adversário na campanha de 2012, Dr. Dinha Mororó (PSB) passaram o dia em confraternização na residência do prefeito Laerte. Há quem diga que o encontro foi eventual, mas, assim como dois e dois são quatro, tenho a certeza que entre as conversas que rolaram por lá, o principal assunto foi o cenário político terranovense.
Não é de hoje que há especulações sobre uma provável volta do líder socialista, Dinha Mororó, para o grupo liderado pelo ex-prefeito, Pedro Freire (PR). Resta saber qual seria a negociação exata para trazer o socialista e afundar a oposição do município. Rumores correm sobre uma suposta candidatura de Dinha na vice da chapa apoiada pelo PR. Mas, por enquanto, só rumores, até porque a vice na chapa majoritária do PR vem sendo muito cobiçada e o nome de Dinha poderia não ser bem aceito por veteranos do grupo que querem ganhar espaço.
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Na política de Terra Nova tudo é possível. Depois das acirradas campanhas de 1988 e 1992, Pedro Freire saiu do Grupo de Oséas e foi para o Grupo de Quinca Freire em 1996. Depois, o Grupo de Quinca Freire saiu e juntou-se ao Grupo de Amâncio com Dinha Mororó candidato. Sebastião Amâncio e o grupo dos Jeremias também já estiveram dos dois lados. Bobos são aqueles que brigam por causa de política.
Eu tenho princípios e ideologia na política e há políticos e partidos, nos quais não voto de jeito nenhum, devido às suas práticas. Eu fui filiado ao DEM durante algum tempo. Quando ele se coligou ao PT e apoiou o mensaleiro João Paulo Cunha para prefeito de Osasco-SP, me desliguei imediatamente, pois, achei isso o cumulo da incoerência.
Em Terra Nova, há um grupo político, no qual, não voto de maneira alguma, pois, não aprovo a sua forma de governar e fazer política. Quem se aliar a eles perderia o meu voto, caso eu votasse lá.
Porém, diferenças políticas à parte, falo com todos eles e tenho parentes e amigos que são seus eleitores. Não brigo por causa disso.