Documentos citados na primeira denúncia contra o cartel da energia revelam intenso fluxo de depósitos que somaram US$ 953,69 mil na conta 17321, alojada no Credit Lyonnais Suísse – Credit Agricole, em Genebra, controlada pelo conselheiro Robson Marinho, do Tribunal de Contas do Estado, ex-chefe da Casa Civil do governo Mário Covas (PSDB).
Os depósitos foram realizados entre 1998 e 2005 pelo empresário Sabino Indelicato, denunciado pelo Ministério Público Federal no caso Alstom por corrupção ativa. A Procuradoria atribui a ele o papel de pagador de propinas.
Robson Marinho é alvo de investigação criminal perante o Superior Tribunal de Justiça (STJ) porque detém foro privilegiado como conselheiro de contas. Por este motivo, não podia ser incluído na denúncia do caso Alstom.
Com informações do Estadão
