O governo federal anunciou nesta sexta-feira a concessão de cinco rodovias. Serão transferidos para a iniciativa privada 2.625 quilômetros (km) de rodovias e a duplicação de 2.282 km. O investimento estimado é R$ 17,8 bilhões. Serão leiloadas parte da BR-476, na região Sul, e trechos das BR-163, 364 e 153, no Centro-Oeste, além da ponte Rio-Niterói. “Nossa intenção é a de não renovar [com a atual concessionária da ponte], porque [a concessão] foi feita com taxas e valores de pedágio muito altos”, disse o ministro dos Transportes, César Borges.
Sem citar FHC, Dilma defendeu o modelo usado por seu governo e o comparou às privatizações promovidas na década de 90. “A grande vantagem é que não é um modelo de manutenção de estradas, que era o modelo inicial do País no que se refere a rodovias”, afirmou. “Se fazia concessão de 20 anos para manter estradas e, na hora de duplicar, o problema começava, porque não tinha previsão de duplicação, não tinha previsão de aumento.”

