As denuncias de supostas irregularidades praticadas pelo o vereador Jorge Cavalcanti (PSD), quando o mesmo exercia o cargo de presidente da casa, levou os parlamentares a criação de uma comissão especial para apurar os fatos. A comissão criada com o objetivo de apurar tais denuncia, após as investigações construiu um relatório em que apontou irregularidades no pagamento de diárias, transação duvidosa por meio de empréstimos a servidores junto à caixa econômica federal e com empresas prestadoras e serviços.
Com base no relatório da comissão, os vereadores destituíram o vereador Jorge do cargo de presidente, também decidiram enviar para o Ministério Público, o relatório contendo todas as informações. O Ministério Público por sua vez, através do Promotor de Justiça Dr. Julio Cesar Cavalcanti Elhimas, entendo ser necessário um aprofundamento nas investigações sobre os empréstimos contraídos junto ao órgão financeiro, resolveu enviar o relatório a Policia Federal Delegacia de Salgueiro.
Após os trabalhos necessários inicialmente, sendo ouvidos os servidores com nomes citados no relatório, bem como, vereadores e funcionários da instituição financeira (CEF). O Delegado responsável pelas investigações entendeu não ter havido o cometimento da pratica de crime, uma vez que, os empréstimos contraídos por servidores, estão sendo pagos por seus respectivos responsáveis, sendo assim, a PF não tem um objeto que caracterize crime contra uma instituição financeira federal.
Dessa forma a Policia Federal através da Delegacia Regional em Salgueiro, estará nos próximos dias devolvendo ao Ministério Público, o processo que envolve o vereador Jorge e ex servidores da câmara de vereadores de Cabrobó. Tivemos as informações, que o Ministério Público por sua vez, representado pelo Promotor de justiça, Dr. Julio Cesar Cavalcanti Elhimas, tem dois caminhos a seguir, o primeiro oferecer denuncia e enviar o caso a Justiça, ou, enviar o caso para que a Policia Civil, possa com base em apurações complementar o processo.

Ai ai …. Sabe em que se resulta ….? Em nada!
De qualquer forma, tem que dá algum procedimento. No entanto, o MP não pode simplesmente abandonar tudo e considerar que não houve nada.