O que é microchip em cães

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Tecnologia ajuda a identificar tanto o animal quanto o seu dono.

Um sistema eletrônico que armazena as principais informações do animal e o contato do seu dono. Essa é a principal função do microchip em cães e gatos, uma tecnologia já usada em vários países e até mesmo aqui, no Brasil.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, todos os animais de ONGs ou feiras de adoção têm que ter o microchip. Vale dizer que tal procedimento só deve ser realizado em hospitais ou clínicas especializadas em serviços veterinários.

Porém, existem donos de pet que ficam na dúvida sobre implantar ou não um microchip em seu animal de estimação. Para facilitar essa escolha, vamos falar um pouco mais sobre esse aparelho minúsculo, mas com grande serventia.

Microchip em cães: o que é e como funciona

O microchip é um sistema eletrônico que ajuda a identificar o animal e, em caso de perda ou roubo, o seu dono. Isso porque esse minúsculo dispositivo traz consigo as principais informações do seu pet, como nome, idade, histórico de doenças, além de nome, endereço e telefone de contato do tutor.

Suponhamos que seu cachorro se perdeu e foi encontrado por uma pessoa ou mesmo encaminhado para adoção em uma ONG. Por meio de um leitor digital próprio para esse tipo de escaneamento, poderá ser feita a leitura do microchip, indicando, assim, seu nome e contato.

Para que isso aconteça, é preciso que todas as informações (do animal e de seu dono) estejam cadastradas em algum banco de dados, como Animalltag, Abrachip ou, ainda, no site da prefeitura. O passo a seguir é usar o leitor digital e verificar um número que, nesses bancos de dados, dará acesso às informações já mencionadas.

Um cuidado necessário é manter esses dados constantemente atualizados, principalmente em caso do surgimento de doenças e na mudança de endereço e telefone de contato.

Como consequência, pets que se perderam de seu lar ou mesmo que foram abandonados poderão ser encontrados com muito mais facilidade caso possuam essa tecnologia implantada em sua pele.

Vale lembrar, por outro lado, que o microchip não funciona como GPS do pet, isto é, caso ele fuja ou seja roubado, não será possível ter a sua localização. Tal tecnologia é, na verdade, um identificador que pode ajudar no caso de fuga do animal.

Como o microchip é implantado?

O microchip tem o tamanho de um grão de arroz e não oferece nenhum risco à vida do animal nem durante, nem após a sua aplicação. O implante é feito com uma agulha e injetado como uma vacina, de forma subcutânea na região da nuca do cachorro.

O procedimento leva apenas alguns segundos, não precisa de anestesia e dói muito pouco. Seu valor gira em torno de R$ 150 a R$ 200 e é um investimento único, porque não exige troca de bateria nem manutenção do aparelho. Lembrando, mais uma vez, que isso só pode ser feito por um veterinário.

Outras dúvidas

Não há nenhuma restrição ao uso do microchip em relação à raça, tamanho ou idade do animal. A indicação é que ele seja implantado após o segundo mês de vida. Após esse período, qualquer momento é liberado.

Depois de implantado, o microchip fica no animal para o resto da vida (principalmente porque sua durabilidade gira em torno de 100 anos). Sua ativação só acontece quando ele entra em contato com a leitora digital, não tendo riscos com radiação ou bateria (ele não possui).

Especialistas indicam que o uso do microchip pode ser feito junto com o uso de uma coleira com placa identificadora. Esta deve ter o nome do animal e o telefone do seu dono. Tal conjunto de informações ajuda ainda mais no caso de perdas.

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