Oito meses após formação, oposição percebe que precisa cobrar mais do governo

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Dispersa e passiva desde o seu surgimento, em setembro de 2013, quando do rompimento nacional entre PSB e PT, a oposição na Assembleia Legislativa realiza, hoje, a sua segunda reunião de bancada – a primeira foi a da composição –, destinada agora a levantar os projetos de lei de interesse do grupo que estão pendentes, articular ações e definir posições unificadas no Legislativo. Com o acirramento pré-eleitoral entre os blocos dos pré-candidatos Paulo Câmara (PSB) e Armando Monteiro Neto (PTB), a oposição quer ter uma atuação mais crítica e de cobrança do Executivo.

Formada por quatro deputados do PT e quatro do PTB, a reunião ocorrerá no plenarinho do prédio anexo. O líder da bancada, Sérgio Leite (PT), que convocou o encontro, revelou que será discutida uma ação mais efetiva e unitária da oposição ao governo na Casa, como a cobrança de respostas a pedidos feitos pelo grupo.

“O PL da doação do terreno da Arena para a construção da Cidade da Copa está na Comissão de Finanças. Fizemos ofício com os questionamentos da bancada ao secretário do Planejamento, Fred Amâncio, e ainda não tivemos resposta”, exemplificou Leite. “Há também o pedido de informações sobre os empréstimos do governo (gestão Eduardo Campos, PSB), que não foi respondido. E há fatos novos na conjuntura política”, acrescentou a petista Teresa Leitão (PT).

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