Os ataques criminosos acontecem com mais freqüência em ano eleitoral

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Em primeiro lugar se o crime é organizado a ponto de enfrentar o estado, o estado é que é desorganizado. Somos obrigados a fazermos um questionamento, a população vai buscar segurança, no estado que não tem condições nem de se proteger do crime organizado, ou, do crime organizado que tem a audácia de enfrentar o estado? É por isso, que em muitos dos casos, em favelas e becos, aí a fora, as famílias se rendem ao mundo do crime, não por que essa seja a solução, mais pela falta de amparo, da ação direta do poder público, em muitas das vezes, por que o crime e a política andam de mãos dadas.

Outro fato no mínimo curioso, diz respeito às épocas em que os ataques são programados por essas organizações criminosas. Quando você faz uma observação, do que é oferecido aos cidadãos em termos de segurança pública, pelas duas principais capitais do país, ou seja, Rio de Janeiro e São Paulo, você então faz um diagnostico da segurança em todo o país, se São Paulo e Rio vai bem, o diagnostico final é que a segurança no Brasil está bem, se por lá ta em pé de guerra, a avaliação é que no Brasil vive momentos de insegurança.

Na verdade, os principais ataques das organizações criminosas aconteceram nos anos de 2006, 2010 e, agora estão acontecendo em 2014. Será que por traz de tudo isso existe interesses políticos, se não por que, os ataques só acontecem em anos eleitorais. É preciso que o estado assuma a responsabilidade em de fato oferecer proteção e segurança ao cidadão, também que se faça uma investigação apurada se alguém, politicamente tem interesse nesses ataques.

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