Foi aberta recentemente em todo o território nacional, a temporada de caça aos votos, o que significa dizer, começou a propaganda eleitoral. Todos os candidatos, cabos eleitorais e empresas especializadas no ramo, já começaram a distribuir folhetos, panfletos e os famosos santinhos, neles estão impresso o número e as propostas dos postulantes as vagas, nas assembléias legislativas, câmara e senado federal, governadores e presidente da república.
O que nos chama a atenção em tudo isso, é o visível desrespeito com o meio ambiente, ao longo do tempo que durar a propaganda, será centenas de toneladas de todo tipo de papel que vai passando de mão em mão, até o destino final, ser jogados fora, sem que nada disso seja verdadeiramente reaproveitado, uma vez que muito pouco de tudo isso, é separado e devidamente feito à coleta seletiva, até mesmo porque, esse tipo de serviço é privilégio de poucos municípios no Brasil.
A Justiça Eleitoral bem que poderia começar a planejar os próximos pleitos, pensando quem sabe, em algo que obrigue os candidatos e às coligações, a contribuírem de forma direta na manutenção da limpeza pública, nesse caso, com a instalação de lixeiras em pontos estratégicos ou até mesmo fazer com que recolham os impressos, adesivos ou qualquer outro tipo de propaganda eleitoral. Outra forma contribuitiva dos próprios candidatos seria a não colocação de propagandas em locais com grande fluxo de pedestres, os materiais colocados em grande quantidade dificulta a passagem de pedestres.
Reclamações dos pedestres das cidades de Santa Maria da Boa Vista, Orocó e Cabrobó.
