Presidenciáveis apresentam propostas de governo ao TSE

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Eleições 2014 Blog RFB

Ao registrarem suas candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cujo prazo se esgota neste sábado (05), os candidatos vão protocolar suas propostas de governo, que já estão sendo elaboradas pelas assessorias dos candidatos.

O programa de Dilma não deve conter temas polêmicos como a regulação da mídia, a revisão da Lei da Anistia e financiamento público de campanha eleitoral, como era defendido pelo PT.

Dilma vai propor um  “Plano de Transformação Nacional” que é  um conjunto de reformas na área urbana, desburocratização dos processos de governo, banda larga para todos, e reformas dos serviços públicos, federativa e política. A presidente está focando a campanha, no entanto, na expansão do programa Minha Casa Minha Vida e do Pronatec, de educação profissionalizante.

O eixo do programa de Aécio Neves é a construção de um novo pacto federativo.

No capítulo de Economia Aécio preparou 15 temas com medidas mais específicas, lastreadas por uma diretriz central que é a retomada dos pilares macroeconômicos — meta de inflação, câmbio flutuante e superávit primário — e controle de gastos. Essas propostas foram elaboradas pelo ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, junto com outros economistas. Quem coordena o programa geral de Aécio é o ex-governador mineiro Antônio Anastasia,

O programa de Aécio será dividido em oito capítulos temáticos se dividem entre economia, cultura, políticas sociais, segurança pública, políticas para juventude, educação, saúde, meio ambiente e sustentabilidade. Aécio adiantou que pretende manter e aprimorar programas sociais bem sucedidos da gestão petista como o Bolsa Família, Pronatec e Prouni. Ele também vai abrir o portal do PSDB para receber propostas da sociedade.

O candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, vai centrar o plano no “esgotamento do ciclo de conquistas” e  reiterar a necessidade de melhorar a condução da economia para que o Brasil volte a crescer promovendo justiça social e ambiental.

O programa defende um “novo federalismo”, que desconcentre o poder e fortaleça estados e municípios; o desenvolvimento sustentável, com a simplificação, a transição para a economia de baixo carbono, a redução das desigualdades sociais e a retomada do dinamismo da economia, para voltar a crescer; a educação integral estará aberta a todos; o combate das desigualdades, com melhoria da distribuição de renda e riqueza; e uma “ampla e profunda reforma urbana”, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população nas cidades, com políticas de mobilidade, segurança pública e superação do déficit habitacional.

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