Candidata a reeleição Dilma Rousseff, foi escolhida por Lula, seu antecessor e padrinho político, para dar continuidade ao projeto de poder do partido dos trabalhadores. Dilma ganhou a confiança dos brasileiros por ter sido anunciada por Lula como a mãe do PAC, ainda ligando a imagem dela aos programas sociais, bem como, ao programa habitacional minha casa minha vida.
Logo no inicio do seu governo, enfrentou uma crise interna, quando uma onda de denuncias abalou as estruturas da esplanada dos ministérios. O chamado fogo amigo foi disparado de todos os lados, vários ministros foram atingidos, não resistiram aos bombardeios e terminaram caindo. No entanto, a imagem da Presidenta foi preservada, dos ataques saiu ilesa e com a credibilidade perante a opinião publica fortalecida.
Veio à copa das confederações em 2013, o povo foi às ruas por todo o país, o motivo protestar contra os custos elevados das construções dos estádios para o mundial, a Presidenta foi vaiada. Acostumada com os afagos das massas por onde passava, Dilma fugiu do povão e não compareceu a cerimônia de encerramento do evento. Consequencia de tudo isso, a popularidade da Presidenta despencou e colocou em alerta o núcleo político do governo.
Os olhos e as atenções do governo se voltam para o que vai acontecer no mundial que começa em junho, tudo pode andar conforme os planos do planalto e a popularidade de Dilma garantir a reeleição, ou, repetindo o que aconteceu no ano passado, o projeto de poder do PT, pode ser comprometido. Até mesmo porque, a essa altura, mais de três anos de governo e Dilma ainda não tem luz própria, é preciso está sempre recorrendo ao brilho do seu antecessor, que vira e volta, o nome é lembrado como possível candidato do PT.
