Se fosse Fernandinho Beira Mar o senador Davi Alcolumbre já teria sabatinado?

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É como se tudo fosse apenas mais uma brincadeira de criança, assim é no País onde os corruptos é quem dá as cartas

O STF (Supremo Tribunal Federal) está desfalcado desde o mês de julho, quando o ex-ministro da Corte Marco Aurélio de Melo se aposentou. O mais hilariante nisso tudo é que já um indicado pelo Presidente da República para ocupar a vaga, por conta disso a justiça do Brasil está incompleta por vontade monocrática de um senador.

O senador parece temer que o indicado seja de fato implacável no combate a corrupção, uma vez que ao fazer a indicação o Presidente disse que seria um “terrivelmente evangélico”. O presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do senado é Davi Alcolumbre, o mesmo que era presidente do senado e arquivou de uma tacada só vários pedidos de investigação contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federa).

O senador mantém emperrada há três meses a tramitação do nome indicado por Jair Bolsonaro para integrar a corte. A nomeação não é votada no Senado porque a CCJ ainda não marcou data para a sabatina de Mendonça, escolhido com base no perfil “terrivelmente evangélico” prometido pelo presidente da República ao segmento religioso.

Será que o fato de se tratar de um homem com perfil de “terrivelmente evangélico” isso amedronta políticos no Brasil? É aquela velha historia: quem não deve não teme! Ou será que se o indicado para a vaga fosse, por exemplo, Fernandinho Beira Mar, a sabatina já teria sido marcada pelo senador Davi Alcolumbre? Creio que não!

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